Mortadelas feitas em 17 de fevereiro e válidas
até 18 de abril não devem ser consumidas
O caso de uma mulher que morreu por causa de uma intoxicação alimentar, em Joinville, com suspeita de ter comido uma mortadela estragada, fez a Vigilância Sanitária de Criciúma intensificar a fiscalização em supermercados e mercearias. O objetivo é vetar a venda da mortadela com toucinho da marca Pena Branca,dfa Seara, que teria sido o enlatado ingerido pela dona de casa Benta Janaína Lamego, de 36 anos.
Benta morreu na madrugada de domingo, depois de passar dois dias internada no Hospital Regional Hans Dietter reclamando de dores abdominais, enjoo e vômito.
Uma mulher morreu na madrugada de domingo, em Joinville, com a suspeita de ter comido uma mortadela contaminada com a toxina botulínica, que causa botulismo.
Conforme o coordenador da Vigilância Sanitária do município, Valter Mariano, até o momento nenhum produto foi encontrado nos estabelecimentos do município. A inspeção deve ser feita em todos os mercados.
A medida foi ordenada pelo secretário de Saúde de Santa Catarina, Dalmo Claro de Oliveira. Ele recomendou que todas as mortadelas fabricadas em 17 de fevereiro e com validade até 18 de abril passam por análise e não devem ser consumidas. Suspeita-se que a mercadoria esteja contaminada pela bactéria Clostridium, causadora do botulismo, uma doença rara e letal.

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