“No relatório preliminar, há espaço para acatar a emenda (do aumento). A hora é de fazer corpo a corpo com os deputados para que a proposta seja aprovada. O reajuste de 11,7% vai beneficiar, principalmente, os que recebem dois e três salários mínimos. Eles são a maioria no grupo que tem ganhos acima do piso previdenciário”, avaliou o senador Paulo Paim (PT-RS).
De acordo com o Ministério da Previdência, o impacto do reajuste nos cofres da União seria de
R$ 8 bilhões no ano que vem. A fim de garantir que a proposta seja aprovada pelos parlamentares, centrais sindicais e entidades representativas dos aposentados já organizam ato para esta terça-feira, na Câmara.
“Vamos lotar o Plenário para as votações. Amanhã (hoje), estaremos com Marco Maia (presidente da Câmara dos Deputados) e José Sarney (presidente do Senado) para costurarmos parcerias. Sabemos que há verba para conceder o reajuste, só falta vontade”, disse o presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins.
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