A proposta – que indica o Ministério da Previdência como gestor - beneficiará quem já contribui para o INSS e cogita descontar mais para ganhar benefício complementar superior ao teto. Quem hoje ganha R$ 5 mil e está limitado a contribuir sobre R$ 3.658,80 (teto atual), no máximo, poderia complementar sobre os R$ 1.341,20 restantes para garantir o padrão de vida. “Essa é uma proposta que retira o trabalhador das empresas privadas de previdência complementar e adota sistema que garante aposentadoria segundo as contribuições, com mais rendimento”, justifica o presidente do Sindicato dos Aposentados da Força Sindical, João Batista Inocentini.
A agenda das entidades inclui, ainda, o fim do fator previdenciário”, diz o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas, Warley Gonçalles. Outra reivindicação é o fim da Desvinculação de Receitas da União (DRU), que remaneja verbas. “Queremos descongelar a PEC 4.434, que recupera benefícios no valor em mínimos em que foram concedidos no prazo de cinco anos e está parada”, acrescenta.



