28 de janeiro de 2011
ANgra dos Reis sediará 11 Encontro Interestadual de Previdência
Angra dos Reis vai receber três eventos ao mesmo tempo. O 11º Encontro Regional de Previdência Pública da Aepremerj, o 1º Encontro Interestadual de Previdência Rio-São Paulo e o 2º Seminário de Previdência Social do AngraPrev, todos previstos para os dias 24 e 25 de março. Os preparativos foram acertados durante a visita do assessor da presidência da Associação das Entidades de Previdência dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (Aepremerj), Evandro Antônio da Silva, que foi recepcionado pelo presidente do Instituto de Previdência Social de Angra dos Reis (AngraPrev), Sérgio Telles, e sua diretoria, na terça-feira.
O encontro contará com a participação de representantes de mais de 40 municípios do Rio de Janeiro e de São Paulo e a expectativa dos organizadores é de que o evento movimente bastante a cidade e que aumente ainda mais a representatividade de Angra dos Reis no cenário das discussões previdenciárias. “Escolhemos fazer o evento em dois dias também com o objetivo de divulgar o potencial turístico de Angra aos participantes”, explicou Sérgio Telles.
Entre os principais assuntos que serão discutidos está a nova política de previdência social dos servidores públicos; regras de aposentadoria e a previsão de uma nova formulação de cálculo atuarial são temas que também estarão em pauta. O evento terá a participação de representantes do Ministério da Previdência. O local ainda está sendo definido.
Mais de 4 mil participantes do Enem tinham acima de 60 anos
Entre os 3,3 milhões de estudantes que fizeram o o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2010, um grupo de 4.268 mil candidatos tinha um perfil diferente do que é tradicionalmente esperado. Eram pessoas com mais de 60 anos que se misturaram aos jovens vestibulandos na disputa de vagas em universidades públicas. Entre os 100 participantes mais idosos da prova, as idades variaram entre 64 e 76 anos.
Nélia Albuquerque, moradora do Rio de Janeiro, com seis netos e três bisnetos, foi a participante mais idosa do Enem em 2010. Aos 76 anos, ela decidiu participar da prova por insistência de um dos netos. Parou de estudar ainda na juventude e em 2008 passou a frequentar turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA), onde concluiu o ensino médio. “Eu gosto de estudar, de ler, foi sem pretensão nenhuma. Os dois dias foram extenuantes, terminar as 180 questões não foi fácil, mas respondi tudo e não deixei nada em branco”, conta.
Apesar do resultado satisfatório – ela fez mais de 450 pontos em todas as provas - , Nélia não pretende utilizar a nota para tentar uma vaga em universidade pública ou uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni). “Com essa idade não dá mais. Mas foi uma motivação porque a gente estuda, vê coisas novas e não fica só parada dentro de casa”, diz a candidata.
O percentual de participantes do Enem que já deixaram a escola tem crescido a cada edição. Para o Ministério da Educação (MEC), uma das explicações para o aumento desse novo público está na possibilidade de utilizar a nota do exame para conseguir certificação de ensino médio. Desde 2009, adultos acima de 18 anos podem obter o certificado de conclusão mesmo sem ter frequentado a escola regular. Para isso, precisam alcançar um mínimo de 400 pontos em cada prova e 500 na redação.
Cerca de 353 mil participantes declararam na inscrição que fariam o Enem pela certificação. Desse total, 100 mil alcançaram nota mínima - entre eles, 1.112 presidiários. A emissão dos certificados é feita pelas secretarias estaduais de Educação.
Na avaliação do ministro da Educação, Fernando Haddad, o Enem se tornou uma “chave-mestra que abre muitas portas. Além de permitir aos jovens de altíssimo desempenho conquistar uma vaga em um curso de medicina de elevada demanda, o Enem possibilita, com a mesma prova, que uma pessoa humilde com quase 80 anos certifique a conclusão dos estudos e volte a sonhar com perspectivas educacionais", defendeu Haddad.
Aos 73 anos, o militar aposentado Roberto do Prado, de Jacareí (SP), quis fazer o Enem para conhecer “aquilo que todo mundo falava”. “Quis saber o padrão em que eu estava de ensino. A prova,na verdade, derruba toda a garotada porque exige cultura geral, uma visão global do Brasil e do mundo. E a pessoa que não gosta de ler está perdida, a garotada normalmente não tem esse hábito”, afirma.
Prado conta que teve um bom desempenho – ainda não conferiu as notas - e começa a pensar em utilizar os resultados do Enem para ingressar em um curso superior. “Mas o interessante do Enem é que ele sirva de padrão para o governo passar a fazer verdadeiro controle e fiscalização de algumas escolas que hoje são só arrecadadoras de dinheiro e não estão preocupadas se o aluno vai aprender ou não. Para mim, o mais importante é isso”.
Segundo Haddad, o MEC vai disponibilizar para as instituições participantes do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) a lista dos candidatos do Enem que alcançaram nota mínima para certificação. Isso facilita a inscrição do candidato que conseguir uma vaga ou benefício, já que o processo de emissão dos certificados pelas secretarias pode ser demorado.
Inflação já corrói renda do trabalhador
Desemprego é o mais baixo em 8 anos, mas o ano de 2010 foi o melhor momento do mercado de trabalho brasileiro nos últimos oito anos, com o menor nível de desemprego desde 2003 e patamar recorde no número de empregados. Mas a alta da inflação ajudou a corroer a renda do trabalhador, que mostrou queda em dezembro e avanço tímido em todo o ano, em relação ao ano anterior.
Segundo o IBGE, a taxa de desemprego recuou de 5,7% para 5,3% de novembro para dezembro, e terminou 2010 com média anual de 6,7%, bem abaixo da taxa de 8,1% apurada em 2009.
O número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho foi de 22 milhões, o maior patamar da nova série da PME, iniciada em 2002 e cujos dados anuais começaram a ser apresentados em 2003. Além disso, o total de desempregados em 2010, de 1,6 milhão, foi o menor da série.
Mesmo com os dados positivos de dezembro e de 2010, o cenário brasileiro não aponta para um 'pleno emprego' no mercado de trabalho, para o gerente da PME e economista do IBGE, Cimar Azeredo. Segundo ele, nem todas as taxas de desemprego entre as seis regiões metropolitanas estão mostrando o mesmo cenário.
No caso da região metropolitana do Recife, por exemplo, a taxa de desemprego foi de 8,7% em 2010.'É muito cedo para se falar em pleno emprego. Temos um país com diferenças regionais bastante precisas', afirmou o técnico.
Renda. Os dados positivos de emprego no mercado de trabalho não se refletiram, em igual magnitude, nos ganhos do trabalhador. Embora tenha subido 3,8% em 2010 ante 2009, a renda média caiu 0,7% em dezembro em relação a novembro. Isso porque a inflação deu um salto no ano passado, com alta de 5,91% no IPCA, ante 4,31% em 2009.
'A inflação, de certa forma, funciona como uma espécie de barreira ao crescimento do rendimento do trabalho', afirmou Azeredo.
O técnico do IBGE admitiu que, não fosse o cenário de inflação mais elevada em 2010, contra 2009, a renda do trabalhador poderia ter apresentado um avanço mais expressivo, no mesmo período de comparação.(Por Alessandra Saraiva, Estadão)
Segundo o IBGE, a taxa de desemprego recuou de 5,7% para 5,3% de novembro para dezembro, e terminou 2010 com média anual de 6,7%, bem abaixo da taxa de 8,1% apurada em 2009.
O número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho foi de 22 milhões, o maior patamar da nova série da PME, iniciada em 2002 e cujos dados anuais começaram a ser apresentados em 2003. Além disso, o total de desempregados em 2010, de 1,6 milhão, foi o menor da série.
Mesmo com os dados positivos de dezembro e de 2010, o cenário brasileiro não aponta para um 'pleno emprego' no mercado de trabalho, para o gerente da PME e economista do IBGE, Cimar Azeredo. Segundo ele, nem todas as taxas de desemprego entre as seis regiões metropolitanas estão mostrando o mesmo cenário.
No caso da região metropolitana do Recife, por exemplo, a taxa de desemprego foi de 8,7% em 2010.'É muito cedo para se falar em pleno emprego. Temos um país com diferenças regionais bastante precisas', afirmou o técnico.
Renda. Os dados positivos de emprego no mercado de trabalho não se refletiram, em igual magnitude, nos ganhos do trabalhador. Embora tenha subido 3,8% em 2010 ante 2009, a renda média caiu 0,7% em dezembro em relação a novembro. Isso porque a inflação deu um salto no ano passado, com alta de 5,91% no IPCA, ante 4,31% em 2009.
'A inflação, de certa forma, funciona como uma espécie de barreira ao crescimento do rendimento do trabalho', afirmou Azeredo.
O técnico do IBGE admitiu que, não fosse o cenário de inflação mais elevada em 2010, contra 2009, a renda do trabalhador poderia ter apresentado um avanço mais expressivo, no mesmo período de comparação.(Por Alessandra Saraiva, Estadão)
Chega de empulhação. Até quando, ó Catilina, abusarás da nossa paciência?
Mais de oitocentos e cinquenta mortos e não se sabe quantos feridos. Este é o saldo das catástrofes que estão ocorrendo no Rio de Janeiro. Saldo é um modo de dizer, pois as chuvas ainda não cessaram.
Os jornais televisionados não mostram outra coisa. Toda noite, tome mães, pais, filhos, maridos, esposas chorando entes queridos ou pessoas desesperadas pela perda de todos os seus precários bens.
Os especialistas chamados para analisar o problema propõem obras: alguns deles não têm pejo em culpar as vítimas. Mas no problema real, ninguém toca: a especulação imobiliária.
As vítimas das chuvas não moram em áreas de risco por vontade própria, mas porque o preço do terreno é tão caro que não lhes resta alternativa.
Enquanto esse problema não for resolvido, a construção de casas populares não terá o menor efeito. Transferidos os moradores para essas casas, o terreno que abandonaram será ocupado no dia seguinte.
Quem deseja, de fato, solucionar o problema precisa atacar a questão da especulação imobiliária.
Como se sabe, o numero de imóveis desocupados no Rio de Janeiro – como em várias outras cidades do país - é superior ao de famílias sem teto.
As pessoas ricas dão-se ao luxo de manter imóveis ociosos, para ocupá-los unicamente no período de férias. Imobiliárias fazem o mesmo, a fim de alugá-los a turistas que vem à cidade para o Carnaval e outras atrações.
Diante dessa realidade, o Brasil deveria adotar legislação semelhante à da Inglaterra, onde todo imóvel desocupado pode ser ocupado por uma família sem casa. O Estado obriga o proprietário a alugá-lo ao ocupante por um valor razoável e este ficará na casa até conseguir uma moradia.
Aqui a sugestão causa escândalo, porque esta é a terra na qual os pobres não têm sua cidadania reconhecida pelo Estado.
Quem quiser abordar o assunto dos deslizamentos e enchentes de maneira séria precisa tomar posição diante do aluguel compulsório. De outro modo, é escapismo.(CC)
Crescem reações contra o BBB. Pastor propõe boicote e paredão
Começam a pipocar em todo o Brasil reações da sociedade contra o BBB, programa da Rede Globo. Assim como Luiz Fernando Veríssimo, cuja crônica divulgamos nesta quinta-feira, o pastor José Geraldo Magalhães Jr, da Igreja Metodista, defende o mesmo fim de Sodoma e Gomorra, ou seja, extermínio e, ainda, propõe um forte boicote ao programa.
O trabalho dele também é elucidativo ao narrar os fundamentos da criação desta estúpida programação e os objetivos que estão por trás dela.
Por Pr. José Geraldo Magalhães Jr.
Foi dada a largada! Desde o último dia 11 de janeiro, milhões de brasileiros estão na frente das telinhas para ver o reality show mais esperado do ano. Isso mesmo! Refiro-me ao Big Brother Brasil 11, o BBB, programa que chega a sua 11ª edição exibido na Rede Globo de Televisão todos os dias durante três meses ao ano. Você pode até achar estranho o porquê está saindo uma matéria na página de Cultura do Expositor sobre o BBB. A intenção é trazer a você, caro leitor(a), esclarecimentos sobre o reality show que tem influenciado milhares de pessoas, inclusive os cristãos.
A atmosfera de Sodoma e Gomorra, conforme descrita na Bíblia tem invadido os lares brasileiros sem pedir licença, com cenas imorais, atos sexuais, palavras chulas, gestos obscenos e comportamentos condenáveis há cerca de dez anos. Mas nesta edição, a coisa parece ter ficado um pouco pior. Com medo de perder a audiência para outras emissoras, a Globo logo no primeiro dia do programa deixou claro que o BBB não terá limites.
Basta ver a declaração do diretor do “Grande Irmão”, J. B. Oliveira, o Boninho, "hora de ir para o hotel passar as regras com os brothers e avisar que vale pancadaria (a frase não foi colocada na íntegra aqui) para ganhar o prêmio”. Em outras palavras, para faturar o prêmio de R$ 1,5 milhão, vale mesmo tudo, inclusive agressões físicas.
Como se não bastasse a orientação absurda de Boninho aos participantes, o diretor do programa ainda incluiu neste ano o “sabotador” na casa. Esse (a) personagem ou pessoa será o/a responsável por atrapalhar o grupo de ganhar dez mil reais. Mais um motivo de divisão entre eles/elas.
E tem mais, que tipo de emoções e desejos um capítulo de BBB produz num/numa adolescente ou jovem solteiro(a)? Que tipo de estímulos e valores um programa desses produz num/numa jovem cristão que procurará se manter virgem até o seu casamento? O que eles/elas têm vontade de fazer após assistir BBB? Orar? Acho que não.
Não é de se estranhar que em nossas igrejas tenhamos tantas pessoas "ficando", viciadas em masturbação e inclusive solteiros com vida sexual ativa (como mostrou uma pesquisa da Revista Eclesia, 52% dos jovens evangélicos brasileiros confessam haver tido relação sexual antes do seu casamento).
O Inspirador do Big Brother Brasil
O mais famoso romance George Orwell, “1984”, trás no rodapé da capa do livro os seguintes dizeres: Big Brother is watching (Grande Irmão está vigiando você). O livro foi escrito no ano de 1948, mas por força dos editores, o título foi invertido para 1984.
O livro narra o "futuro" na Pista de Pouso Número ou Inglaterra, parte integrante do megabloco da Oceania. É comum o conflito dos leitores com o continente homônimo real.
O megabloco superficial de Orwell tem este nome por ser uma adesão de países de todos os oceanos. O tema principal de 1984 é a transformação da realidade. Não seria esse também o propósito das onze edições do Big Brother Brasil exibidos pela Rede Globo?
Voltando ao livro, fingida de democracia, a Oceania existe em um totalitarismo desde que o IngSoc (o Partido) chegou ao poder sob a liderança do onipresente Grande Irmão (Big Brother). Contado em terceira pessoa, o livro narra à história de Winston Smith, membro do partido externo, empregado do Ministério da Verdade. O cargo de Winston é reescrever e distorcer informações de acordo com a importância do Partido. Nada muito distinto de um historiador ou jornalista. Winston interroga a opressão que o Partido desempenhava nos cidadãos. Se alguém refletisse diferente, cometia crimidéia (crime de ideia em novilíngua) e fatalmente ele desaparecia, ou seja, a pessoa era capturada pela Polícia do Pensamento e extinta. Paredão nele!
A intenção de Orwell era apresentar um futuro fundamentado nas aberrações do presente. Winston Smith e todos os cidadãos tinham ciência que qualquer atitude suspeita poderia expressar seu fim, e não apenas sair de um programa de tv com o bolso cheio de dinheiro, mas desaparecer de fato. Não é o que acontece no BBB? Os participantes ficam se policiando nas palavras porque qualquer atitude por gestos ou palavras, pode servir contra eles mesmos. No livro, os vizinhos e os próprios filhos eram incentivados a denunciar às autoridades quem cometesse crimideia
Para expressar suas emoções, Winston escreve todos os dias em seu diário usando o canto "cego" do apartamento. Somente assim, ele não era flagrado pela teletela.A primeira frase que Winston escreve em seu diário é atual e justificável: abaixo o Big Brother!
Há uma intenção por trás do BBB que é nivelar toda a sociedade de tal forma que as pessoas achem que “tudo é normal”. Sinceramente, está na hora de colocar o BBB no paredão. Reflita: vale a pena assistir o BBB 11? Não deixe que a mídia influencie seus pensamentos.
O trabalho dele também é elucidativo ao narrar os fundamentos da criação desta estúpida programação e os objetivos que estão por trás dela.
Por Pr. José Geraldo Magalhães Jr.
Foi dada a largada! Desde o último dia 11 de janeiro, milhões de brasileiros estão na frente das telinhas para ver o reality show mais esperado do ano. Isso mesmo! Refiro-me ao Big Brother Brasil 11, o BBB, programa que chega a sua 11ª edição exibido na Rede Globo de Televisão todos os dias durante três meses ao ano. Você pode até achar estranho o porquê está saindo uma matéria na página de Cultura do Expositor sobre o BBB. A intenção é trazer a você, caro leitor(a), esclarecimentos sobre o reality show que tem influenciado milhares de pessoas, inclusive os cristãos.
A atmosfera de Sodoma e Gomorra, conforme descrita na Bíblia tem invadido os lares brasileiros sem pedir licença, com cenas imorais, atos sexuais, palavras chulas, gestos obscenos e comportamentos condenáveis há cerca de dez anos. Mas nesta edição, a coisa parece ter ficado um pouco pior. Com medo de perder a audiência para outras emissoras, a Globo logo no primeiro dia do programa deixou claro que o BBB não terá limites.
Basta ver a declaração do diretor do “Grande Irmão”, J. B. Oliveira, o Boninho, "hora de ir para o hotel passar as regras com os brothers e avisar que vale pancadaria (a frase não foi colocada na íntegra aqui) para ganhar o prêmio”. Em outras palavras, para faturar o prêmio de R$ 1,5 milhão, vale mesmo tudo, inclusive agressões físicas.
Como se não bastasse a orientação absurda de Boninho aos participantes, o diretor do programa ainda incluiu neste ano o “sabotador” na casa. Esse (a) personagem ou pessoa será o/a responsável por atrapalhar o grupo de ganhar dez mil reais. Mais um motivo de divisão entre eles/elas.
E tem mais, que tipo de emoções e desejos um capítulo de BBB produz num/numa adolescente ou jovem solteiro(a)? Que tipo de estímulos e valores um programa desses produz num/numa jovem cristão que procurará se manter virgem até o seu casamento? O que eles/elas têm vontade de fazer após assistir BBB? Orar? Acho que não.
Não é de se estranhar que em nossas igrejas tenhamos tantas pessoas "ficando", viciadas em masturbação e inclusive solteiros com vida sexual ativa (como mostrou uma pesquisa da Revista Eclesia, 52% dos jovens evangélicos brasileiros confessam haver tido relação sexual antes do seu casamento).
O Inspirador do Big Brother Brasil
O mais famoso romance George Orwell, “1984”, trás no rodapé da capa do livro os seguintes dizeres: Big Brother is watching (Grande Irmão está vigiando você). O livro foi escrito no ano de 1948, mas por força dos editores, o título foi invertido para 1984.
O livro narra o "futuro" na Pista de Pouso Número ou Inglaterra, parte integrante do megabloco da Oceania. É comum o conflito dos leitores com o continente homônimo real.
O megabloco superficial de Orwell tem este nome por ser uma adesão de países de todos os oceanos. O tema principal de 1984 é a transformação da realidade. Não seria esse também o propósito das onze edições do Big Brother Brasil exibidos pela Rede Globo?
Voltando ao livro, fingida de democracia, a Oceania existe em um totalitarismo desde que o IngSoc (o Partido) chegou ao poder sob a liderança do onipresente Grande Irmão (Big Brother). Contado em terceira pessoa, o livro narra à história de Winston Smith, membro do partido externo, empregado do Ministério da Verdade. O cargo de Winston é reescrever e distorcer informações de acordo com a importância do Partido. Nada muito distinto de um historiador ou jornalista. Winston interroga a opressão que o Partido desempenhava nos cidadãos. Se alguém refletisse diferente, cometia crimidéia (crime de ideia em novilíngua) e fatalmente ele desaparecia, ou seja, a pessoa era capturada pela Polícia do Pensamento e extinta. Paredão nele!
A intenção de Orwell era apresentar um futuro fundamentado nas aberrações do presente. Winston Smith e todos os cidadãos tinham ciência que qualquer atitude suspeita poderia expressar seu fim, e não apenas sair de um programa de tv com o bolso cheio de dinheiro, mas desaparecer de fato. Não é o que acontece no BBB? Os participantes ficam se policiando nas palavras porque qualquer atitude por gestos ou palavras, pode servir contra eles mesmos. No livro, os vizinhos e os próprios filhos eram incentivados a denunciar às autoridades quem cometesse crimideia
Para expressar suas emoções, Winston escreve todos os dias em seu diário usando o canto "cego" do apartamento. Somente assim, ele não era flagrado pela teletela.A primeira frase que Winston escreve em seu diário é atual e justificável: abaixo o Big Brother!
Há uma intenção por trás do BBB que é nivelar toda a sociedade de tal forma que as pessoas achem que “tudo é normal”. Sinceramente, está na hora de colocar o BBB no paredão. Reflita: vale a pena assistir o BBB 11? Não deixe que a mídia influencie seus pensamentos.
Benefícios do piso com final 4 serão pagos nesta sexta
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deposita, nesta sexta-feira (28), o benefícios dos segurados que ganham até um salário mínimo e têm cartão com final 4 - desconsiderando-se o dígito.
O pagamento para quem recebe acima do piso começará no próximo dia 1º de fevereiro. A folha de pagamentos do INSS, referente ao mês de janeiro, prossegue até o dia 7 de fevereiro. Ao todo, são mais de 28 milhões de benefícios, em todo o Brasil.
Cronograma – Os segurados do INSS podem acompanhar o calendário de pagamentos de 2011 pelo site da Previdência Social. Basta acessar o ícone “Agência Eletrônica: Segurado” e seguir as datas pela tabela de pagamento de benefícios de 2011. Cartazes com o cronograma também foram distribuídos à rede bancária e às Agências de Previdência Social.
Dúvidas sobre as datas do pagamento também podem ser esclarecidas com os operadores da Central 135. A ligação é gratuita a partir de telefones fixos ou públicos e tem custo de chamada local, quando realizada de celular.
O pagamento para quem recebe acima do piso começará no próximo dia 1º de fevereiro. A folha de pagamentos do INSS, referente ao mês de janeiro, prossegue até o dia 7 de fevereiro. Ao todo, são mais de 28 milhões de benefícios, em todo o Brasil.
Cronograma – Os segurados do INSS podem acompanhar o calendário de pagamentos de 2011 pelo site da Previdência Social. Basta acessar o ícone “Agência Eletrônica: Segurado” e seguir as datas pela tabela de pagamento de benefícios de 2011. Cartazes com o cronograma também foram distribuídos à rede bancária e às Agências de Previdência Social.
Dúvidas sobre as datas do pagamento também podem ser esclarecidas com os operadores da Central 135. A ligação é gratuita a partir de telefones fixos ou públicos e tem custo de chamada local, quando realizada de celular.
Sindicalistas: Mantega está sem sincronia com o governo
Os representantes das centrais sindicais reagiram à declaração do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que descartou nesta quinta-feira qualquer tipo de estudo para corrigir a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física. De acordo com o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, o ministro não está sincronizado com o governo.
"O Guido Mantega não participou da reunião e está fazendo comentários diferentes do resto do governo. Ele está colocando uma situação extemporânea e ultrapassada. Ontem, ficou claro que vamos conseguir a correção. O governo já sinalizou isso. O que vamos negociar agora é o salário mínimo. Vamos continuar insistindo, mas se não tiver sucesso vamos para o legislativo", afirmou Patah.
Na primeira reunião entre o governo e as centrais sindicais para negociar o reajuste do salário mínimo e uma correção na tabela do Imposto de Renda, não houve acordo e uma nova reunião foi marcada para a próxima quarta-feira.
A proposta apresentada pelo secretário-geral da presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, foi de R$ 545 para o mínimo e mais 80% do índice de reajuste do mínimo para o aumento dos aposentados. As centrais reivindicam um salário mínimo de R$ 580, além dos 10% de reajuste para os aposentados e mais a correção da inflação na tabela do Imposto de Renda.
O presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, disse, em nota, que a não correção da tabela do Imposto de Renda seria crime de apropriação indébita dos recursos dos trabalhadores (apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção). "Ainda que insuficiente para corrigir a imensa injustiça da estrutura tributária brasileira, pela qual quem ganha menos paga mais, a correção da tabela do imposto de renda é absolutamente indispensável", diz a nota.
A declaração que será enviada este ano será a última com os benefícios fiscais da correção da tabela progressiva mensal estabelecida pela Medida Provisória (MP) 340. Editada em 2006, a MP corrigiu parte das perdas de renda dos trabalhadores com a inflação.
De 2008 (ano-calendário 2007) até agora, a tabela vinha sendo corrigida em 4,5%. Mas, para 2012 (ano-calendário 2011), não há previsão de mudanças, porque a Lei 11.945 estabeleceu a última tabela a ser usada nas declarações seguintes. Uma nova mudança a partir de agora, com novas correções, dependerá de nova lei.
O presidente da Força Sindical e deputado do PTB, Paulinho da Força, foi procurado para falar sobre o assunto, mas não retornou os telefonemas.
Mínimo no RJ pode chegar até R$ 1.748,00 e o mais baixo a R$ 651,00
O embate que ocorre em Brasília entre governo e centrais sindicais em torno do salário mínimo poderá se reproduzir também no Rio de Janeiro pela implantação do piso regional. Aqui, no entanto, o secretário estadual de Trabalho e Renda, Brizola Neto, afirmou que buscará o consenso entre trabalhadores e empregadores. Para tanto, ele pretende propor um acréscimo de 4% ao índice a ser aprovado para o mínimo nacional. Se a ideia for aceita, a faixa 9 (advogados e contadores), por exemplo, poderá ter um piso de R$ 1.748,09, com pagamento retroativo a 1º de janeiro.
Há menos de um mês à frente da secretaria, Brizola Neto assumiu a função de conciliador e disse que a proposta de reajuste do piso regional deverá chegar à Assembleia Legislativa do Rio de forma consensual entre as partes. A votação do piso fluminense deverá ocorrer somente na segunda quinzena de fevereiro.
“O Rio tem condições de manter um piso acima da média nacional. Queremos que o debate em torno do percentual regional se transforme em uma política de Estado, atendendo aos interesses dos trabalhadores e empregadores, mas respeitando as diferenças econômicas das regiões do Rio”, explicou o novo secretário. Brizola Neto acrescentou ainda que a ideia é manter a política de recuperação das perdas salariais dos trabalhadores.
Levando em conta a reivindicação de 13,75% das centrais sindicais, aumentando o salário mínimo nacional para R$ 580, mais os 4% a serem propostos pelo secretário, o piso regional fluminense para empregados domésticos pode variar de R$ 645,07 (um reajuste de 10,86%) até R$ 685,16 (aumento de 17,75%). Já empregadores acenam apenas com a reposição da inflação de 6,86%, o que representaria mais R$ 40,01 no salários das domésticas.
SALÁRIO INDEFINIDO - “Estamos na expectativa do governo do estado. Essa indefinição está enlouquecendo os patrões e empregados, que querem receber o aumento o mais rápido possível”, alertou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Município do Rio de Janeiro, Carli Maria dos Santos.
A proposta do piso regional será apresentada na próxima negociação, marcada para dia 9 de fevereiro, entre representantes dos patrões, empregados e do governo. Depois, será votada na Alerj.
Negociações mantidas - O secretário estadual de Trabalho e Renda, Brizola Neto, iniciou conversações informais com representantes da classe trabalhadora. Nesta sexta-feira, ele volta a se reunir com as categorias.
O representante da CUT, Indalécio Wanderlei, afirmou que espera do governo a manutenção da reposição das perdas salariais, além do índice nacional.
Já o representante dos empregadores, Natan Schiper, disse que não manteve contato com o novo secretário, mas destacou que considera alto um índice de 4% para a reposição das perdas salariais. “Os empresários teriam dificuldades para pagar reajuste acima da inflação”, argumentou.(AURÉLIO GIMENEZ0
Há menos de um mês à frente da secretaria, Brizola Neto assumiu a função de conciliador e disse que a proposta de reajuste do piso regional deverá chegar à Assembleia Legislativa do Rio de forma consensual entre as partes. A votação do piso fluminense deverá ocorrer somente na segunda quinzena de fevereiro.
“O Rio tem condições de manter um piso acima da média nacional. Queremos que o debate em torno do percentual regional se transforme em uma política de Estado, atendendo aos interesses dos trabalhadores e empregadores, mas respeitando as diferenças econômicas das regiões do Rio”, explicou o novo secretário. Brizola Neto acrescentou ainda que a ideia é manter a política de recuperação das perdas salariais dos trabalhadores.
Levando em conta a reivindicação de 13,75% das centrais sindicais, aumentando o salário mínimo nacional para R$ 580, mais os 4% a serem propostos pelo secretário, o piso regional fluminense para empregados domésticos pode variar de R$ 645,07 (um reajuste de 10,86%) até R$ 685,16 (aumento de 17,75%). Já empregadores acenam apenas com a reposição da inflação de 6,86%, o que representaria mais R$ 40,01 no salários das domésticas.
SALÁRIO INDEFINIDO - “Estamos na expectativa do governo do estado. Essa indefinição está enlouquecendo os patrões e empregados, que querem receber o aumento o mais rápido possível”, alertou a presidente do Sindicato dos Trabalhadores Domésticos do Município do Rio de Janeiro, Carli Maria dos Santos.
A proposta do piso regional será apresentada na próxima negociação, marcada para dia 9 de fevereiro, entre representantes dos patrões, empregados e do governo. Depois, será votada na Alerj.
Negociações mantidas - O secretário estadual de Trabalho e Renda, Brizola Neto, iniciou conversações informais com representantes da classe trabalhadora. Nesta sexta-feira, ele volta a se reunir com as categorias.
O representante da CUT, Indalécio Wanderlei, afirmou que espera do governo a manutenção da reposição das perdas salariais, além do índice nacional.
Já o representante dos empregadores, Natan Schiper, disse que não manteve contato com o novo secretário, mas destacou que considera alto um índice de 4% para a reposição das perdas salariais. “Os empresários teriam dificuldades para pagar reajuste acima da inflação”, argumentou.(AURÉLIO GIMENEZ0
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