13 de julho de 2012
Congresso Nacional de Operadoras Filantrópicas discute melhor gestão da saúde
“As Operadoras Filantrópicas enfrentam ameaças e oportunidades que precisam ser discutidas e compartilhadas por todos aqueles que administram seus planos de saúde num mercado que tem, de um lado, os consumidores, conhecedores cada vez mais de seus direitos e obrigações; e de outro, os prestadores de serviços com suas reivindicações monetárias.
Nesse contexto, somado às exigências da ANS, as decisões judiciais e a concentração de mercado, queremos verificar se o plano de saúde ainda é ou não é um bom negócio para as Santas Casas e Hospitais Filantrópicos”. Esta foi a reflexão deixada pelo presidente do Congresso e da Confederação das Santas Casas de Misericórdia (CMB), Dr. José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior, na abertura do IX Congresso Nacional de Operadoras Filantrópicas. O evento, que aconteceu entre os dias 4 e 6 de julho, contou ainda com a presença de uma série de representantes do setor, como os presidentes das Federações de Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de São Paulo, Paraná, Espírito Sato e Santa Catarina, e da Federação Brasileira de Hospitais (FBH), da Associação Paulista de Medicina (APM) e da Caixa Econômica Federal.
Cumprindo com o objetivo de promover o compartilhamento de experiências entre aqueles que administram seus planos, um tema que teve grande destaque durante o congresso foi a separação do CNPJ do Plano de Saúde e da Santa Casa. Em debate, muitos administradores de planos alegaram viver problemas com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) devido às dívidas das instituições, que acabam prejudicando a sua avaliação e a comprovação da sua situação. Durante todo o Congresso, ficou claro que o grande desafio das operadoras é diminuir os gastos, devido aos altos custos da medicina moderna.
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