17 de agosto de 2012
Servidores administrativos de universidades federais ficam sem mudanças em proposta
O Ministério do Planejamento anunciou aos servidores técnico-administrativos de universidades e colégios federais que não vai aceitar as mudanças sugeridas pelo sindicato da categoria na proposta de aumento salarial. Com isso, os funcionários vão decidir, agora, se aceitam ou não um reajuste de 15,8% parcelado em três anos (de 2013 a 2015), a ser pago sempre no mês de março. A resposta dos servidores deve ser dada no próximo dia 22. Com o aumento de 15,8%, o piso da categoria passaria para R$ 1.198,05 e o teto, para R$ 6.542,70. Mas apenas em 2015, quando todas as três parcelas tiverem sido incorporadas aos salários. Também não houve mudança no aumento das promoções na carreira. Os representantes dos servidores queriam mais 4%, mas o governo bateu pé e manteve os 3,8% que havia oferecido antes. O secretário de Relações de Trabalho do Planejamento, Sérgio Mendonça, participou de mais essa rodada de negociações.
O governo se mostra confiante num acordo, mas a Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) não tem tanta certeza. Segundo Paulo Henrique Rodrigues dos Santos, coordenador geral da entidade, as mudanças pedidas pelos servidores eram pequenas. Como o governo não cedeu, ele acredita que isso possa dificultar a aceitação da proposta por parte da categoria.
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