21 de outubro de 2012

Com alguns pequenos cuidados pode ser diminuiído o risco de AVC

O acidente vascular encefálico é um problema grave que cursa com sequelas importantes. Conheça os sinais de alerta e saiba como diminuir o risco de AVC. O acidente vascular encefálico, conhecido pela sigla AVE, AVC ou simplesmente como “derrame cerebral”, é um problema neurológico bastante sério, que pode cursar com grande déficit cognitivo, sequelas irreversíveis e morte. Existem pessoas que são mais propensas à ocorrência de AVC, devido a presença de fatores desencadeantes do problema. A boa notícia é que esse evento pode ser prevenido a partir de medidas simples. Saiba mais sobre o assunto e confira como diminuir o risco de AVC. Sinais e sintomas do AVC Nem sempre a vítima de um AVC é capaz de perceber imediatamente o problema, e por isso é importante que todos os familiares, amigos e vizinhos saibam identificar os sinais e sintomas que caracterizam esse evento vascular, diferenciando-o de um quadro de simples confusão mental, por exemplo. Quanto menor o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento médico, melhor será o prognóstico. Os sinais sugestivos de AVC e que significam a necessidade imediata de solicitar ajuda especializada, são: Torpor ou fraqueza de início súbito, em face, braço ou perna, frequentemente afetando apenas um lado do corpo; Surgimento súbito de confusão mental e dificuldade para falar ou compreender; Dificuldade súbita para enxergar, em um ou em ambos os olhos; Dificuldade súbita para caminhar, tontura e perda de coordenação motora; Dor de cabeça intensa, súbita e sem causa conhecida. Nem sempre os sinais de alerta duram por muito tempo, e em algumas situações desaparecem após alguns minutos. Esse evento breve e passageiro, que não resulta em nenhum tipo de déficit, é conhecido como ataque isquêmico transitório, por vezes chamado de “mini derrame”. Apesar da recuperação total do paciente, esses ataques caracterizam uma condição séria, que necessita de ajuda médica. Diminuindo o risco - Os fatores de risco são condições e comportamentos que aumentam as chances de desenvolver o problema. É importante deixar claro que possuir alguns fatores de risco para AVC não significa que o paciente irá, necessariamente, desenvolver a doença.
O principal fator de risco e que, clinicamente, apresenta maior repercussão na ocorrência de AVC é a hipertensão arterial sistêmica, conhecida popularmente como “pressão alta”. Outros fatores que merecem ser destacados, apesar de estatisticamente serem muito inferiores ao primeiro colocado, são tabagismo e más formações vasculares. Felizmente os dois principais fatores de risco podem ser evitados, diminuindo substancialmente as chances de o indivíduo apresentar um episódio de AVC. Cessar o tabagismo e manter os níveis pressóricos dentro da normalidade (menores que 140 por 90 milímetros de mercúrio, ou 14 por 9) são tarefas simples que podem fazer toda a diferença. Algumas dicas para alcançar os resultados esperados são: Manter o peso dentro do ideal para a estatura; Evitar o uso de remédios que possam elevar a pressão arterial; Diminuir a ingestão de sal e condimentos industrializados; Abolir o uso de refrigerantes e dar preferência aos sucos naturais; Ingerir frutas e vegetais; Praticar exercício físico. Confira 10 dicas para controlar a pressão alta. Cefaléia intensa e súbita é um dos sinais de AVC. (Foto: divulgação) O acidente vascular encefálico é um problema grave que afeta o sistema nervoso central e pode cursar com sequelas importantes. O principal fator de risco para sua ocorrência é a hipertensão e o tabagismo, que felizmente podem ser evitados através de medidas simples como controle rigoroso da pressão arterial, manutenção do peso corporal adequado e prática de atividade física.

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