16 de agosto de 2012
Concurso para 600 vagas na Polícia Federal ainda está parado
O concurso da Polícia Federal para 600 vagas de escrivão, delegado e perito continua suspenso. As provas que estavam previstas para o próximo domingo, 19, serão remarcadas. A paralisação está em vigor desde 9 de julho, fruto de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu devido à falta de reserva de vagas para deficientes.
A Advocacia-Geral da União (AGU) pretende recorrer da suspensão, demonstrando a compatibilidade constitucional da ausência de reserva de vagas para deficientes nos cargos do departamento, tendo em vista a natureza das atribuições dos policiais federais
A seleção da PF oferece 100 oportunidades para o cargo de perito criminal federal, 150 para delegado e 350 para escrivão, com salários que variam de R$ 7.514,33 e R$ 13.368,68.
Azeite de oliva tem mais benefícios do que se imagina
Os benefícios do azeite de oliva já são relativamente conhecidos. Acontece que o alimento é bom não apenas para a saúde do coração. É também fonte de vitamina E, além das A e K, ferro, cálcio, magnésio, potássio e aminoácidos. Faz bem, portanto, para a pele, olhos, ossos, saúde das células e função imunológica. Confira algumas curiosidades elaboradas pelo Conselho Oleícola Internacional sobre o ingrediente para a revista Shape:
- O azeite facilita a digestão e absorção de nutrientes, incluindo importantes vitaminas lipossolúveis (uma das razões das saladas livres de gordura não serem tão benéficas ao organismo);
- O azeite é naturalmente livre de colesterol, sódio e carboidratos;
- O óleo comum, não o extra-virgem, é o melhor para fritura graças à grande quantidade de ácido oléico;
- Na medicina popular, o azeite tem sido utilizado para diversas funções como reduzir dores musculares e ressacas, além de servir de laxante e ser afrodisíaco e sedativo;
- Os óleos de oliva não penetram os alimentos, então os que são fritos neste produto são menos gordurosos do que os feitos por outros tipos;
- Quando armazenado em local fresco e escuro, o azeite pode se manter conservado por dois anos ou mais;
- 98% da produção mundial de azeite vem de apenas 17 países;
- A azeitona é composta de 18 a 28% de óleo;
- Cerca de 75% deste óleo é o ácido graxo cis-monoinácidosaturados, ou ácido oléico
Rede privada também não cumpre meta de qualidade do MEC
]
Se o desempenho da rede pública no ensino médio, segundo os dados do Ideb 2011, foi pífio, o dos colégios particulares do país também ficou abaixo do esperado para escolas que cobram mensalidades: no ensino médio, em nenhuma região a rede privada cumpriu a meta prevista pelo MEC.
A rede particular de pior desempenho foi a de Sergipe, com Ideb 4,8 (a meta era 5,8). O Rio, com 5,5, ficou acima da meta em 0,1 ponto, mas caiu em relação a 2009, quando tinha 5,7.
No nível fundamental, as escolas particulares também ficaram abaixo da meta nos anos finais; entre as regiões, apenas o Centro-Oeste conseguiu cumprir o estabelecido: 5,9. E, nos anos iniciais do fundamental, somente Sul e Centro-Oeste ultrapassaram suas metas.
— Se a rede pública não melhora, a privada não tem estímulo para melhorar mais. Há um diferencial constante entre as redes — avalia Naércio Menezes Filho, do Insper.
— No ensino médio, desde 2005, a rede está estagnada. Cresceu 0,1 ponto. Mesmo no fundamental, avançou pouco — diz o pesquisador em Educação Mozart Ramos: — É preciso um ensino médio mais interativo. A formação do professor tem de mudar, além do currículo. Há excesso de disciplinas. O aluno vai à escola, mas as aulas não dialogam com o cotidiano.
Analisada por amostragem — o Inep sorteia as escolas, e as secretarias estaduais de Educação comunicam aos estabelecimentos privados que eles serão avaliados —, a rede não cumpriu nenhuma das metas para 2011.
Presidente da Federação Nacional das Escolas Particulares, Amábile Pacios diz que “a rede considera ter cumprido a meta”:
— A rede privada eleva a média do Ideb no Brasil, e ainda assim as escolas não sabiam o que era esperado, não sabiam a meta. Foi satisfatório e foi consequência do bom trabalho que realizam — diz Amábile, afirmando que o MEC não dialoga com a rede.
O MEC diz que “todas as redes receberam os dados do Ideb preliminarmente, com período definido para conferência e correção de eventuais inconsistências identificadas”.
Coordenador da Confederação Nacional das Associações de Pais de Alunos, Luis Claudio Megiorin diz que a informação de que as escolas particulares não sabiam qual era a meta do Ideb não procede.
— É impossível, há representantes das escolas particulares no Fórum Nacional de Educação, onde está também o MEC. É o mesmo que o aluno dizer que não sabia que tinha prova — afirma Megiorin, dizendo ser “preocupante” o resultado da rede privada e lembrando que a confederação pediu ao Inep que o Ideb passasse a ser para toda a rede, e não por amostragem.
Responsável pela criação do Ideb quando foi presidente do Inep, o professor de Economia da USP Reynaldo Fernandes também defende que a rede privada deixe de ser avaliada apenas por amostragem:
— Não porque haja problemas com o diagnóstico por amostragem. Mas, expandindo, teríamos o resultado por escola, e talvez elas se preocupassem em melhorar — diz Fernandes, que atribui o desempenho abaixo do esperado à dificuldade de se avançar quando o resultado já é bom: — Não é que haja um limite, mas tanto as escolas públicas que já tinham bom resultado quanto as privadas estão tendo dificuldade de continuar se aperfeiçoando.
Empresa terá que pagar indenização de R$20 mil por controlar idas ao banheiro
A empresa de telemarketing Teleperformance não poderá mais controlar a as idas ao banheiro dos empregados. A decisão unanime da Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou a empregadora a pagar uma indenização de R$ 20 mil a uma operadora porque ela era advertida caso ultrapassasse o limite de cinco minutos no banheiro.A 1ª Vara do Trabalho de Curitiba, no Paraná, havia concluído que o controle de idas ao banheiro por parte dos supervisores causou lesão à integridade da empregada, que era advertida sempre que extrapolava o limite imposto pela empresa.
Inconformada com a condenação, a empresa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região que excluiu a indenização por dano moral, pois entendeu que a restrição do uso do banheiro está inserida no poder diretivo do empregador, e que os cinco minutos impostos era tempo razoável para a utilização do banheiro, não havendo, portanto, ofensa à moral da empregada.
A operadora de telemarketing recorreu ao TST. A relatora, ministra Kátia Magalhães Arruda, adotou jurisprudência do TST, no sentido de que "a restrição de uso de banheiros por parte do empregador, em detrimento da satisfação das necessidades fisiológicas do empregado, pode configurar lesão à sua integridade".
Assinar:
Postagens (Atom)

