19 de janeiro de 2013

Convocados na primeira chamada do Sisu 2013 devem se matricular até terça-feira

Os estudantes selecionados na primeira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) devem se matricular na instituição de ensino que os convocou até o próximo dia 22. O período de inscrições, iniciado nesta sexta-feira, será retomado na segunda-feira, uma vez que estas não poderão ser efetuadas durante o final de semana. Os estudantes podem saber se foram convocados pelo site do Sisu. A segunda chamada será divulgada no dia 28 de janeiro, com matrículas nos dias 1º, 4 e 5 de fevereiro. Na primeira edição deste ano, a oferta é de 129.319 vagas em 3.752 cursos. Participam da seleção de candidatos por meio do sistema 101 instituições públicas de educação superior. Os candidatos que não forem selecionados nas duas primeiras convocações podem aderir à lista de espera, de 28 de janeiro a 8 de fevereiro. As instituições de ensino participantes do Sisu usam a lista para convocar candidatos a vagas remanescentes. Caso ainda haja vaga no curso de primeira opção, o candidato será convocado pela instituição que tenha a vaga disponível. Para esse grupo, a convocação começa em 18 de fevereiro.

Justiça manda Amil pagar tratamento de viciado em crack

A Amil terá que pagar a internação e o tratamento psiquiátrico de um cliente viciado em crack. O processo corre na Justiça do Distrito Federal. O plano de saúde alegava que somente poderia arcar com o tratamento pelo prazo de 30 dias, conforme estipulado no contrato. Mas, segundo a decisão da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça, todo o procedimento médico deverá ser custeado integralmente pela empresa, enquanto houver prescrição recomendando a internação. O relator do processo, desembargador Luciano Moreira Vasconcellos, considerou que é "evidente que o dependente químico tem necessidade de ficar internado até que melhore seu estado de saúde, sem limitação de tempo". A Amil ainda pode entrar com um recurso. Na setença, o desembargador também afirma que é "importante não se perder de vista que no confronto de direitos, o de se ver de alguém afastado o risco de morte e o da prestadora de não pagar o que não deve, necessário que prevaleça o primeiro, que é o mais importante deles". A decisão é semelhante ao entendimento da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre o assunto. Em nota, o órgão informou que não pode haver limitação de tempo para internações para dependentes químicos, pois quem determina a alta é o médico. A Federação Nacional de Saúde (FenaSaúde) e a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) não se pronunciaram sobre o assunto. A Amil informou, em nota, que "a decisão se refere à concessão de tutela antecipada para o custeio integral do tratamento, uma vez que nunca foi negado, porém o contrato estabelece que, após 30 dias, caberá ao beneficiário custear parte do tratamento (co-participação)".

Colunista Guilherme Fiúza vê área econômica tomada por ladrões

Segundo o colunista da revista Época e do jornal O Globo, os ladrões de dinheiro público não são mais os mensaleiros. Agora, eles têm a chave do cofre do Tesouro Nacional. O crime se sofisticou, o Estado foi tomado por parasitas e os brasileiros nunca foram tão ignorantes, com a longevidade do PT no poder. "Marcos Valério ficaria encabulado", afirma. É esse o mundo que ele enxerga, no artigo "Sorria, você está sendo roubado"
O que leva um escritor talentoso, como Guilherme Fiúza, a escrever artigos tão…, tão…, tão… (bom, deixa pra lá, o leitor decide), ao falar sobre temas como política e economia? Neste sábado, no texto "Sorria, você está sendo roubado", o autor da biografia de Reynaldo Giannecchini, afirma que Marcos Valério ficaria encabulado diante das peripécias criminosas da equipe econômica de Dilma Rousseff, comandado por Guido Mantega. O crime se sofisticou, ele afirma. "No Brasil progressista de hoje, os números dançam conforme a música. E a maquiagem das contas públicas já se faz a céu aberto: o império do oprimido perdeu a vergonha (…) A execução do desfalque no orçamento foi um sucesso", ele afirma. "A contabilidade criativa (…) não é vista como estelionato porque o brasileiro é um amistoso, um magnânimo, deslumbrado…". Portanto, no Brasil não amistoso de Fiúza, Guido Mantega é um estelionatário. Diz ele ainda que o mais espantoso não é o crime, mas o silêncio dos brasileiros, que assistem a tudo isso "numa boa". "A bandalheira fiscal é abençoada por um silêncio continental. Nem a ditadura conseguiu esse milagre. No auge da era da informação, o Brasil nunca foi tão ignorante". [Aparentemente, é ignorante porque não concorda com Fiúza]. Diz o escritor que Marcos Valério "ficaria encabulado" diante da audácia dos crimes da equipe econômica, que estariam "avacalhando a estabilização" e "matando a galinha dos ovos de ouro". Fiúza afirma que, com a longevidade do PT no poder, o crime se sofisticou e um militante do partido, o secretário do Tesouro, Arno Augustín, passou a ter a chave do cofre. "O Brasil não aprendeu nada com o mensalão", diz Fiúza. "Os parasitas progressistas estão aí, deitando e rolando (de tão gordos), rumo ao quarto mandato consecutivo". Definitivamento, o povo não aprende, né, Fiúza? (Brasil 247)