Com o pequeno avanço de 0,17% ao mês, em média, na geração de empregos formais no país, muitos trabalhadores voltaram as atenções para as vagas de freelancer (oportunidade de trabalho eventual por tempo definido e valor pré-determinado). Pela internet é possível fazer um cadastro gratuito e disputar chances de trabalho nesse mercado considerado informal no Brasil e no exterior.
“No Brasil, 81% dos jovens com idade entre 16 e 24 anos estão conectados à internet. Essa também é a faixa etária em que estão entrando no mercado de trabalho”, disse Sebastián Siseles, diretor na América Latina do site freelancer.com.
A meta da empresa australiana é cadastrar 100 mil brasileiros em 2013 para trabalhos freelancer. No mundo, são mais de 6,6 milhões de profissionais já aptos a conseguir um emprego através do site.
A remuneração é negociada diretamente com a empresa que oferece a oportunidade de trabalho. A taxa cobrada do freelancer varia entre 1% e 3% do valor do trabalho, mas também existem opções gratuitas.
Alguns sites são especializados em atividades ligadas a computadores como programação e design gráfico.
Na Europa e na Austrália, por exemplo, são comuns os sites que têm vagas para projetos temporários nas férias.
Nada impede que as empresas estrangeiras contratem o freelancer brasileiro para determinado trabalho – a maioria dos contatos é feita pela internet e a entrega do serviço pronto também.
Valor - Na hora de negociar o preço, o freelancer precisa saber bem qual é o custo fixo que ele vai ter e a remuneração média no mercado. “São informações importantes porque vão impedir que ele seja enganado ou induzido a trabalhar por um baixo custo”, disse Siseles.
Vagas de Emprego - Normalmente as ofertas de emprego de trabalho temporário têm a duração de 1 ano ou 6 meses, por exemplo, trabalhar no McDonalds, Hipermercados, Call Center, etc. Mas, existem muitos outros trabalhos temporários com contrato de trabalho com uma duração mais pequena, mas são trabalhados mais bem remunerados, como por exemplo, trabalhar como hospedeira, promotor, tradutor, motorista ou segurança em eventos importantes, como é o caso do Rock in Rio ou Jogos Olímpicos. Nesse caso, a duração do contrato é o número de dias do evento.
Através dos sites de emprego que deixamos abaixo, pode encontrar centenas de vagas de emprego temporário na sua cidade, para o Brasil e Portugal. Aproveite esta oportunidade de encontrar empregos em grandes empresas.
Visite os links abaixo para encontrar a bolsa de emprego temporário.
EMPRESAS DE RECRUTAMENTO TRABALHO TEMPORÁRIO BRASIL
Adecco; Hays; Michael; Page; Jobcenter; Labor
EMPRESAS DE RECRUTAMENTO TRABALHO TEMPORÁRIO EM PORTUGAL
Adecco; CLTT; Egor; Flexpeople; Geserfor; Goceti
Hays; Kelly Services; Mercuri; Urval; Michael Page; Randstad; Ray; Human Capital; RHManagement; SHL; Slot; Sucess Work; We Change; Talenter
20 de janeiro de 2013
Páscoa tem 24.598 vagas temporárias abertas no País
As empresas que trabalham com chocolate irão contratar 24.598 funcionários para a Páscoa deste ano.
Segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), há seleções que já estão abertas e outras que começarão nos próximos dias.
Para concorrer, o pré-requisito de todas as empresas é que o candidato tenha 18 anos. A maioria dos cargos exige ensino médio.
Saiba o que é exigido para ter a maior aposentadoria
A vida do segurado que planeja se aposentar nos próximos anos está ligada estritamente ao fator previdenciário e ao valor das contribuições pagas ao INSS. Não basta ter sempre recolhido pelo valor máximo se o segurado se aposentar cedo.
Quem almeja ganhar o maior valor da aposentadoria paga pela Previdência, que, neste ano, passou para R$ 4.159, precisa esperar para alcançar um fator que eleve a sua média salarial até atingir o teto. A média salarial é a base para o cálculo do benefício: considera-se as 80% maiores contribuições pagas desde julho de 1994.
Aquele que sempre contribuiu pelo teto tem média salarial maior --que, neste mês, é de R$ 3.741,23. Porém, para ganhar o teto, também é preciso adiar o pedido.
Efeitos da crise autoridade familiar:cresce número de professores afastados por problemas psicológicos
Profissionais revelam que ameaça de agressão gera rotina de estress.
15 % das licenças médicas foram concedidas aos profissionais da educação
Diz o ditado popular que o trabalho dignifica o homem. Porém, em alguns casos, ele também pode causar estresse ou distúrbios psicológicos. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), profissões como médico e professor estão entre as mais desgastantes gerando uma alta incidência de licença por afastamento. A pesquisa que mostra o retrato do educador brasileiro, feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores, revela que cerca de 20% dos professores pediram afastamento por licenças médicas. Em cada licença, o educador fica em média três meses fora da sala de aula. Em Alagoas essa realidade é bastante comum. De acordo com a superintendente da Perícia Médica do Estado de Alagoas, Marilourdes Monteiro, de janeiro a outubro de 2012, foram concedidas 7.891 licenças médicas aos profissionais que trabalham no Estado e, estima-se que, pelo menos 15 % delas foram concedidas aos profissionais da educação. Em todas as profissões, 22,54% dos profissionais são afastados por transtornos psiquiátricos. Para a vice-presidente do Sindicato dos Profissionais da Educação de Alagoas, Girlene Lázaro, o aumento dessa estatística esta diretamente ligada a mudança cultural em sala de aula. “A dinâmica educacional mudou e os alunos já não têm o mesmo respeito que tinham em relação ao professor em outros tempos. As condições de trabalho são precárias, o salário é baixo e tudo isso influi”, frisou. Sintomas De acordo o chefe da Unidade de Atenção à Saúde do Núcleo de Qualidade de Vida da Secretaria de Educação do Estado, Júlio César Nascimento, o afastamento do professor, pode comprometer a qualidade de vida deste profissional, comprometendo o ensino na rede pública. Os sintomas mais frequentes de afastamento são: problemas na voz e transtornos psiquiátricos. “Nosso Núcleo foi criado há dois anos e já atendemos muitos professores. A principal queixa desses profissionais é o desgaste da voz. Em seguida, o estresse. Eles reclamam que a rotina é complicada e que muitas vezes são ameaçados. Nós os acolhemos e encaminhamos para especialistas. Na maioria dos casos, eles voltam para a sala de aula”, revelou Nascimento. Pressão
Cinco licenças - Esse é o número de vezes que uma professora que trabalha em três escolas estaduais foi afastada das suas atividades. Ela ensina há 16 anos e revela que a rotina é estressante. “Mal vejo a hora de me aposentar. Já tive problemas na voz e fui ameaçada várias vezes pelos alunos. É muito humilhante, nós professores ganhamos pouco e ainda temos que nos submeter a isso”, desabafa a educadora que prefere não ser identificada. E os casos de violência não pararam por ai. Outra professora que também prefere ter a identidade preservada revela que, além de ser agredida verbalmente, por pouco não foi agredida fisicamente por uma aluna de 17 anos. “Ela nunca compareceu às minhas aulas. Só vim conhecê-la no último dia quando estava entregando as últimas notas. Ela veio dizer que tomava remédios controlados e que por isso não estava indo para a escola. Eu disse que não poderia fazer nada e ela me xingou bastante. Sai no meio da aula e não voltei”, relembrou a professora. A professora disse ainda que pediu para sair da escola temendo novas agressões. “Naquela escola eu não coloco mais os pés. Se soubesse que passaria por isso, não tinha escolhido essa profissão. Acho sublime você poder contribuir na formação de um profissional, mas não vale a pena”, desabafou.
Mudança - A Escola Estadual Geraldo de Melo dos Santos viveu em 2012 um período marcado pela violência. No mês de setembro a escola registrou um incêndio criminoso que acarretou na destruição de parte da estrutura da instituição. Além disso, traficantes da região ordenaram o fechamento da escola durante alguns dias e professores chegaram a ser ameaçados. Após o ocorrido, o Governo do Estado decidiu implantar um sistema de policiamento mais rigoroso nas proximidades da escola, adotando inclusive a revista dos alunos. O secretário de Promoção da Paz, Jardel Aderico, confirmou que a prática ainda está sendo realizada, mas com menor intensidade. Segundo a diretora da escola, Irineide de Araújo, após todo o histórico de violência, a unidade deu a volta por cima. “Tivemos um aumento de 200% no número de matrículas e 30 alunos conseguiram boas notas no ENEM e garantiram uma vaga na universidade pública. Estamos trabalhando com o jovem para que ele entenda que eles precisam do professor”, disse.
Diz o ditado popular que o trabalho dignifica o homem. Porém, em alguns casos, ele também pode causar estresse ou distúrbios psicológicos. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), profissões como médico e professor estão entre as mais desgastantes gerando uma alta incidência de licença por afastamento. A pesquisa que mostra o retrato do educador brasileiro, feita pela Confederação Nacional dos Trabalhadores, revela que cerca de 20% dos professores pediram afastamento por licenças médicas. Em cada licença, o educador fica em média três meses fora da sala de aula. Em Alagoas essa realidade é bastante comum. De acordo com a superintendente da Perícia Médica do Estado de Alagoas, Marilourdes Monteiro, de janeiro a outubro de 2012, foram concedidas 7.891 licenças médicas aos profissionais que trabalham no Estado e, estima-se que, pelo menos 15 % delas foram concedidas aos profissionais da educação. Em todas as profissões, 22,54% dos profissionais são afastados por transtornos psiquiátricos. Para a vice-presidente do Sindicato dos Profissionais da Educação de Alagoas, Girlene Lázaro, o aumento dessa estatística esta diretamente ligada a mudança cultural em sala de aula. “A dinâmica educacional mudou e os alunos já não têm o mesmo respeito que tinham em relação ao professor em outros tempos. As condições de trabalho são precárias, o salário é baixo e tudo isso influi”, frisou. Sintomas De acordo o chefe da Unidade de Atenção à Saúde do Núcleo de Qualidade de Vida da Secretaria de Educação do Estado, Júlio César Nascimento, o afastamento do professor, pode comprometer a qualidade de vida deste profissional, comprometendo o ensino na rede pública. Os sintomas mais frequentes de afastamento são: problemas na voz e transtornos psiquiátricos. “Nosso Núcleo foi criado há dois anos e já atendemos muitos professores. A principal queixa desses profissionais é o desgaste da voz. Em seguida, o estresse. Eles reclamam que a rotina é complicada e que muitas vezes são ameaçados. Nós os acolhemos e encaminhamos para especialistas. Na maioria dos casos, eles voltam para a sala de aula”, revelou Nascimento. Pressão
Cinco licenças - Esse é o número de vezes que uma professora que trabalha em três escolas estaduais foi afastada das suas atividades. Ela ensina há 16 anos e revela que a rotina é estressante. “Mal vejo a hora de me aposentar. Já tive problemas na voz e fui ameaçada várias vezes pelos alunos. É muito humilhante, nós professores ganhamos pouco e ainda temos que nos submeter a isso”, desabafa a educadora que prefere não ser identificada. E os casos de violência não pararam por ai. Outra professora que também prefere ter a identidade preservada revela que, além de ser agredida verbalmente, por pouco não foi agredida fisicamente por uma aluna de 17 anos. “Ela nunca compareceu às minhas aulas. Só vim conhecê-la no último dia quando estava entregando as últimas notas. Ela veio dizer que tomava remédios controlados e que por isso não estava indo para a escola. Eu disse que não poderia fazer nada e ela me xingou bastante. Sai no meio da aula e não voltei”, relembrou a professora. A professora disse ainda que pediu para sair da escola temendo novas agressões. “Naquela escola eu não coloco mais os pés. Se soubesse que passaria por isso, não tinha escolhido essa profissão. Acho sublime você poder contribuir na formação de um profissional, mas não vale a pena”, desabafou.
Mudança - A Escola Estadual Geraldo de Melo dos Santos viveu em 2012 um período marcado pela violência. No mês de setembro a escola registrou um incêndio criminoso que acarretou na destruição de parte da estrutura da instituição. Além disso, traficantes da região ordenaram o fechamento da escola durante alguns dias e professores chegaram a ser ameaçados. Após o ocorrido, o Governo do Estado decidiu implantar um sistema de policiamento mais rigoroso nas proximidades da escola, adotando inclusive a revista dos alunos. O secretário de Promoção da Paz, Jardel Aderico, confirmou que a prática ainda está sendo realizada, mas com menor intensidade. Segundo a diretora da escola, Irineide de Araújo, após todo o histórico de violência, a unidade deu a volta por cima. “Tivemos um aumento de 200% no número de matrículas e 30 alunos conseguiram boas notas no ENEM e garantiram uma vaga na universidade pública. Estamos trabalhando com o jovem para que ele entenda que eles precisam do professor”, disse.
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