Antonio Cortez Morais, vice-presidente do Sindiquímicos, foi empossado, como representante da Força Sindical, no Conselho Nacional de Previdência Social – CNPS. No Conselho, Cortez, que também é diretor de assuntos previdenciários da Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico – CNTQ, participou da primeira reunião.
Nela, o diretor do departamento do Regime Geral de Previdência Social – RGPS, Rogério Nagamine, fez uma apresentação sobre o resultado do RGPS em 2012. Durante o encontro, os conselheiros também debateram a inclusão previdenciária com itens como a Folha digital, além do informe sobre a 1ª Conferência Nacional de Previdência Social, prevista para acontecer em 2014.
“No Conselho falei da minha preocupação sobre a nova proposta de novo formato da Folha de Pagamento, especialmente, da Comunicação de Acidente de Trabalho, a CAT e o Perfil Profissiográfico Previdenciário. Em minha exposição, explanei sobre a necessidade de parar de discutir os efeitos e propor, quem sabe, a alteração de políticas que corrijam as distorções atuais”, afirma Cortez.
Na reunião de março, constam da pauta as discussões sobre os critérios de preenchimento da CAT, comportamento da perícia médica e Perfil Profissiográfico.
25 de fevereiro de 2013
Decisões importantes podem ocorrer esta semana no Congresso

Os trabalhos legislativos estão concentrados nas medidas provisórias já que as comissões permanentes do Congresso ainda não foram instaladas e os parlamentares aguardam decisão do STF sobre os vetos presidenciais para votar o Orçamento da União de 2013.
Representantes do Ministério da Fazenda e dos bancos públicos e privados discutem criação de fundo para aumentar a oferta de crédito para investimentos em infraestrutura.
STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) julga ação sobre vetos presidenciais nesta quarta-feira (27). No fim do ano passado, liminar do ministro Luiz Fux determinou que o Congresso analisasse os 3.210 vetos pendentes em ordem cronológica. A decisão impediu que os vetos à lei que redistribuiu os royalties do petróleo (12.734/12) fossem votados antes dos demais. Ao mesmo tempo, a polêmica atingiu a votação do Orçamento de 2013: há uma interpretação de que a não votação dos vetos tranca a pauta do Congresso e impede a votação de qualquer outra proposta, incluindo o Orçamento. Com o impasse, a lei fiscal de 2013 ainda não foi votado.
CMN
Na quinta-feira (28) vai haver reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). Um dos itens que podem ser discutidos é a autorização para que o trabalhador possa usar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra de imóvel com valor de até R$ 750 mil. Hoje, o limite é de R$ 500 mil. O último reajuste do valor dos imóveis que podem ser comprados com recursos do FGTS ocorreu em 2009 e, desde 2011, as construtoras reivindicam a correção.
PIB 2012
O IBGE divulga, na sexta-feira (1º), o crescimento do PIB em 2012. De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na semana passada, o crescimento em 2012 foi de 1,35%. O resultado é superior às previsões do mercado, que apontam para alta em torno de 1%.
PMDB
O PMDB realiza sábado (1º) sua convenção nacional. No evento, o vice-presidente da República deve se reeleito presidente da legenda.
Atualmente, Temer está licenciado do cargo, o qual está sendo exercido pelo senador Valdir Raupp (RO). Ao reassumir o comando do partido, Temer assumirá a condução da política de alianças do PMDB nas eleições de 2014.
Comissões temáticas da Câmara
Na terça-feira (26), os líderes partidários vão escolher que comissões cada partido presidirá. Os novos presidentes deverão ser eleitos nos dias 5 e 6 de março. Atualmente, a Câmara possui 20 comissões temáticas. Entretanto, para atender demanda do PSD, partido criado em 2011, a legenda só teve o direito de presidir comissões e ocupar cargos na Mesa Diretora reconhecido neste ano. (Com Arko Advice)
Veja, a seguir, a previsão dos principais acontecimentos políticos desta semana:
Terça-feira (26)
- Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) deve finalizar seu relatório ao projeto do novo Código de Processo Civil (PL 8.046/10).
- Senado pode iniciar votação de três medidas provisórias que trancam a pauta, como a MP 582/2012, que amplia a desoneração da folha de pagamentos para diversos setores da economia, e a MP 588/2012, que abre crédito extraordinário de R$ 1,68 bilhão para ser aplicado no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).
- IBGE divulga desemprego de janeiro.
Quarta-feira (27)
- Líderes partidários da Câmara se reúnem para definir distribuição partidárias das comissões permanentes da Casa.
- Comissão Especial que analisa a MP 595/12 (MP dos Portos) se reúne para definir cronograma de trabalho.
- Supremo Tribunal Federal deverá decidir sobre a votação dos vetos presidenciais pelo Congresso Nacional.
- Divulgação do IGP-M de fevereiro.
- Banco Central divulga resultado do setor público consolidado em janeiro.
- Ministro da Fazenda, Guido Mantega, retorna ao Brasil após viagem aos EUA.
- Ministro da Secretaria dos Portos, Leonidas Cristino, viaja para Londres, onde fica até o dia 3 de março, para apresentar oportunidades de investimentos no Brasil a empresários.
- Diretor de Administração do Banco Central, Altamir Lopes, e o diretor de Relacionamento Institucional e Cidadania, Luiz Edson Feltrim, participam de reunião com entidades sindicais de servidores do BC, em Brasília.
- Prevista divulgação do balanço da Vale relativo a 2012. Em 2011, empresa anunciou lucro líquido recorde de R$ 37,8 bilhões.
Quinta-feira (28)
- Ex-presidente Lula se reúne com o governador do Ceará, Cid Gomes, e o ex-ministro Ciro Gomes, ambos do PSB.
- Reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). A elevação para R$ 750 mil do limite de utilização de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para compra de imóveis pode entrar na pauta.
- Ministra Tereza Campello (Desenvolvimento Social) e o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral participam de seminário sobre o combate à pobreza, em Fortaleza.
- Programa partidário do PCdoB, em cadeia nacional de rádio e TV, com duração de 10 minutos.
Sexta-feira (1º/03)
- Ministro da Secretaria dos Portos, Leonidas Cristino, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, participam de roadshow, em Londres, para apresentar oportunidades de investimentos no Brasil a empresários.
- Ministério do Desenvolvimento divulga balança comercial em fevereiro.
- IBGE divulga o resultado do PIB em 2012.
Sábado (2)
- Congresso Nacional do PMDB, quando o vice-presidente Michel Temer deverá reassumir a presidência da legenda.
Para Diap, perspectivas dos trabalhadores no Congresso em 2013 são más
A bancada sindical no Congresso, atualmente com 91 parlamentares – 83 deputados e oito senadores –, faz a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, aposentados e servidores públicos, além de intermediar demandas e mediar conflitos entre esses e o governo e/ou seus empregadores. Seu futuro depende de postura ativa e articulada frente aos desafios postos.
***Antônio Augusto de Queiroz
O PT, com 65% da bancada sindical, é também hegemônico entre trabalhadores e servidores públicos. Cabe-lhe, portanto, assumir e liderar a defesa desses assalariados no âmbito do Poder Legislativo, assim como na relação com o Poder Executivo, sob pena de gradativa perda de representatividade nesse segmento, além de risco de encolhimento da própria bancada sindical.
A bancada sindical, com uma média de três mandatos, vem perdendo terreno para o setor empresarial. Este tem sido ativo na ofensiva para reduzir custos do trabalho – diretos e indiretos – tanto no Legislativo, com a apresentação de projetos e 101 medidas para flexibilizar direitos, quanto no Executivo, com a desoneração de folha.
O PT, em geral, e a bancada sindical, em particular, não podem nem devem ficar alheios ao que ocorre no mundo do trabalho, a ponto de o governo tomar iniciativas com reflexos positivos, como no caso recente de isenção do imposto de renda sobre participação nos lucros e resultados, e negativos, como a fragilização dos trabalhadores portuários, uma das principais bases de sustentação do partido.
Em 2013, há uma ampla agenda que demandará um acompanhamento sistemático da bancada sindical e do partido. De um lado, várias matérias favorecem os assalariados. De outro, muitos temas podem resultar em retrocesso em relação a direitos dos trabalhadores, servidores, aposentados e pensionistas.
A agenda positiva inclui desde a regulamentação da Convenção 151 da OIT, em elaboração no Poder Executivo, até duas propostas de emenda à Constituição (PEC) que tramitam no Senado. Tratam do combate ao trabalho escravo e da extensão aos empregados domésticos dos mesmos direitos dos demais trabalhadores, passando pela de redução da jornada semanal de trabalho e pelo projeto de lei que ameniza os efeitos perversos do fator previdenciário. Na Câmara, outra a PEC propõe a extinção da contribuição previdenciária dos aposentados e pensionistas do serviço público.
Há também uma pauta negativa. No caso dos trabalhadores do setor privado, por exemplo, existem projetos como os que tratam da regulamentação de terceirização em bases precarizantes. Não só flexibilizam direitos da CLT como reduzem direitos dos empregados de pequenas e microempresas, numa espécie de simples trabalhista, impedindo o acesso à Justiça para reparar direitos lesados no curso da relação de trabalho.
SERVIDOR PÚBLICO - No caso dos servidores públicos, as preocupações estão concentradas em duas proposições que, se aprovadas, podem resultar em prejuízo para o funcionalismo. Uma trata da dispensa por insuficiência de desempenho e a outra desvincula a despesa com pessoal da receita líquida corrente, numa espécie de congelamento dos salários.
As centrais sindicais, que também perderam espaço na interlocução com a presidenta Dilma, tentam reagir à postura governamental, marcada por reuniões mais com os empresários do que com os sindicalistas. Programam marchas e manifestações, a partir de março, tendo como guia as resoluções da Conferência da Classe Trabalhadora (Conclat), realizada em 2010 no Pacaembu, em São Paulo.
O cenário para a representação política dos sindicalistas e trabalhadores no Parlamento, caso não haja reação, poderá não ser dos melhores. Os custos de campanha, o desgaste daqueles com vários mandatos e o afastamento da presidenta da República desse segmento são sinais que reforçam essa tendência, que pode resultar em queda na representação sindical no Congresso.
***Antônio Augusto de Queiroz, jornalista, analista político e diretor de Documentação do Diap. Publicado originalmente na revista Teoria&Debate
Fessergs presente em discussão sobre custeio do movimento sindical em Brasília

Centenas de trabalhadores e representantes de entidades como a CSPB (Confederação dos Servidores Públicos do Brasil) e a NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores) participaram do encontro que teve como foco principal a implementação da Convenção 151 da OIT. Ela estabelece o princípio da negociação coletiva entre trabalhadores públicos e os governos das três esferas - municipal, estadual e federal.
A Convenção 151 foi sancionada pelo presidente Lula ainda em 2010, mas aguarda a promulgação de uma Lei que atenda às especificidades dos direitos adquiridos pela 151. Esse será o tema da Conferência Anual da Organização de 2013.
Novas entidades sindicais terão registro através de certificação digital

O Diário Oficial da União (DOU) publicou a Portaria 268 que estabelece a certificação digital para o registro sindical. A medida valerá para as novas solicitações enviadas ao Cadastro Nacional de Entidades Sindicais (CNES), a partir de 02 de abril.
Para o secretário de Relações do Trabalho, Messias Melo, a implantação da Certificação Digital nos requerimentos enviados via Web, para o CNES, trará mais segurança às operações feitas no Sistema pelas entidades sindicais. “A mudança vai garantir que somente o representante legal da entidade perante o MTE possa elaborar solicitações junto ao cadastro”, observa Melo.
O cadastro reúne todas as informações sobre entidades com registro sindical junto ao Ministério do Trabalho e Emprego. Com o número do CNPJ da entidade, pode-se verificar a situação cadastral da entidade. Vale destacar que somente as entidades com registro podem atuar legalmente na representação das categorias profissionais e empresariais.
Explicamos algumas dúvidas relacionadas ao Certificado Digital:
O que é?
Certificado digital é um arquivo eletrônico que identifica quem é o seu titular, pessoa física ou jurídica, ou seja, é um Documento Eletrônico de Identidade. Na internet, o certificado digital é a identidade das partes envolvidas nas transações eletrônicas. 1.1)
Para que serve?
Hoje a certificação digital é considerada uma ferramenta de segurança extremamente eficaz, garantindo integridade das informações que trafegam na Internet e identificação da origem e do destino. A MP 2.200-2, de 24/08/2001, garante validade jurídica aos documentos assinados eletronicamente com os Certificados Digitais emitidos dentro da infraestrutura da ICP-Brasil. A Certificação Digital utilizada nas transações eletrônicas garante: . Privacidade nas transações: é a garantia de que as informações trocadas nas transações eletrônicas não serão lidas por terceiros. . Integridade nas mensagens: é a garantia de que as informações trocadas nas transações eletrônicas não foram alteradas no caminho que percorrem. . Autenticidade: é a garantia da identidade da origem e destino da informação. . Assinatura Digital: Permite aferir, com segurança, a origem e a integridade de um documento eletrônico. . Não repúdio: é a garantida de que somente o titular do Certificado Digital poderia ter realizado determinada operação.
1.2) ICP-Brasil
A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) é uma cadeia hierárquica e de confiança que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação do cidadão quando transacionando no meio virtual. É um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos, a ser implementado pelas organizações governamentais e privadas brasileiras com o objetivo de garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras. A “Autoridade Certificadora-Raiz”, mantida pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, assina digitalmente os certificados das Autoridades Certificadoras de primeiro nível, que por sua vez assinam os de segundo nível. As Autoridades Certificadoras são responsáveis pelos certificados emitidos pelas Autoridades de Registro (unidades que fazem o serviço de balcão, ou seja, o atendimento direto ao cidadão).
1.3) Como adquirir um Certificado Digital
A entidade sindical interessada deverá escolher uma “Autoridade Certificadora” e se dirigir a uma “Autoridade de Registro” vinculada a essa Autoridade Certificadora para adquirir o seu Certificado Digital. A relação de Autoridades Certificadoras e suas respectivas Autoridades de Registro pode ser encontrada no sítio do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, no link abaixo: http://www.iti.gov.br/twiki/bin/view/Certificacao/CertificadoObterUsar Caso a entidade sindical queira adquirir tanto Certificado “E-CNPJ” quanto o “E-CPF” é recomendável que o faça com a mesma “Autoridade Certificadora”.
2) Certificado Digital no CNES
A Certificação Digital no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES vem trazer maior segurança às entidades sindicais que diariamente acessam o sistema para realizar as suas solicitações. Seu uso no CNES é facultativo, podendo a entidade sindical realizar as suas operações pela forma tradicional, sem utilização da Certificação Digital. Contudo, uma vez acessado o CNES Novo pela primeira vez com Certificação Digital (elaborando uma “SC”, “SR” ou “SD”), os acessos subsequentes só poderão ser feitos com a utilização da Certificação Digital. O acesso ao CNES Novo para elaboração de “SC”, “SR” ou “SD” via Certificação Digital poderá ser feito com a utilização do “E-CNPJ” da entidade sindical. Já o acesso com a utilização do “E-CPF” do responsável legal pela entidade sindical cadastrado no CNES (desde que o seu mandato esteja vigente) permitirá a elaboração de “SD”.
3) Dúvidas na utilização da Certificação Digital
3.1) Quando a entidade sindical iniciar uma solicitação por certificação digital poderá transmitir essa solicitação sem o certificado? Não. Quando iniciar uma solicitação por certificação digital, a solicitação só poderá ser transmitida com o certificado digital.
3.2) A entidade sindical pode transmitir uma solicitação por certificação digital e depois desejar não utilizar a certificação digital em solicitações futuras?
Quando a solicitação transmitida for validada, a entidade sindical deverá utilizar sempre o certificado digital para envio de novas solicitações. Se a primeira solicitação transmitida por certificação digital for invalidada, a entidade sindical poderá optar novamente por utilizar a certificação digital ou não.
3.3) Qual a versão mínima do java para o sistema?
A versão do Java recomendada é 1.6.0.16 ou superior.
3.4) Como obter o Certificado?
O interessado na obtenção de um certificado digital e-CPF ou e-CNPJ deverá escolher uma das autoridades certificadoras, acessar diretamente a página da Autoridade Certificadora Habilitada, na Internet, para o preenchimento e envio da solicitação de certificado e-CPF ou e-CNPJ. 3.5) Como renovar o Certificado? O pedido de renovação de um certificado e-CPF ou e-CNPJ deverá ser feito dentro do seu período de validade e o usuário deverá solicitar, com assinatura eletrônica, na página da autoridade certificadora credenciada, na Internet, a renovação do certificado e-CPF ou e-CNPJ. 3.6) Como revogar o Certificado? Revogar um certificado digital implica torná-lo inválido, impossibilitando, a partir da revogação, o seu uso. Para revogar seu certificado digital, o usuário deverá acessar a página de revogação da Autoridade Certificadora Habilitada, emissora do Certificado Digital e preenchê-la com os dados solicitados.
IMPORTANTE:
1- O certificado utilizado pelo Departamento Financeiro da sua entidade será o mesmo utilizado para acesso ao CNES.
2- O uso do Certificado no CNES é facultativo, podendo a entidade sindical realizar as suas operações pela forma tradicional, sem utilização da Certificação Digital. Contudo, uma vez acessado o CNES Novo pela primeira vez com Certificação Digital (elaborando uma “SC”, “SR” ou “SD”), os acessos subsequentes só poderão ser feitos com a utilização da Certificação Digital, ou seja, a partir do momento que for realizado o primeiro acesso por meio do Certificado Digital, a entidade a partir daí terá que possuir o certificado digital para todos os outros acessos no CNES. Quando o certificado necessitar de renovação, realizar o quanto antes, se o certificado não for renovando será impossível o acesso do CNES. (caso tenha realizado o primeiro acesso).
3- O acesso ao CNES Novo para elaboração de “SC”, “SR” ou “SD” via Certificação Digital poderá ser feito com a utilização do “E-CNPJ” da entidade sindical. Já o acesso com a utilização do “E-CPF” do responsável legal pela entidade sindical cadastrado no CNES (desde que o seu mandato esteja vigente) permitirá a elaboração de “SD”. Esclarecemos que para facilitar a gestão das solicitações no sistema CNES, é recomendado que entidade possua o e- CNPJ, no qual, dará acesso a todos os campos no Sistema Nacional de Entidades Sindicais, além de utiliza-lo nas operações na rede bancária ou junto aa outros órgão estatais;
4- Caso a entidade sindical queira adquirir tanto Certificado “E-CNPJ” quanto o “E-CPF” é recomendável que o faça com a mesma “Autoridade Certificadora”.
Explicamos algumas dúvidas relacionadas ao Certificado Digital:
O que é?
Certificado digital é um arquivo eletrônico que identifica quem é o seu titular, pessoa física ou jurídica, ou seja, é um Documento Eletrônico de Identidade. Na internet, o certificado digital é a identidade das partes envolvidas nas transações eletrônicas. 1.1)
Para que serve?
Hoje a certificação digital é considerada uma ferramenta de segurança extremamente eficaz, garantindo integridade das informações que trafegam na Internet e identificação da origem e do destino. A MP 2.200-2, de 24/08/2001, garante validade jurídica aos documentos assinados eletronicamente com os Certificados Digitais emitidos dentro da infraestrutura da ICP-Brasil. A Certificação Digital utilizada nas transações eletrônicas garante: . Privacidade nas transações: é a garantia de que as informações trocadas nas transações eletrônicas não serão lidas por terceiros. . Integridade nas mensagens: é a garantia de que as informações trocadas nas transações eletrônicas não foram alteradas no caminho que percorrem. . Autenticidade: é a garantia da identidade da origem e destino da informação. . Assinatura Digital: Permite aferir, com segurança, a origem e a integridade de um documento eletrônico. . Não repúdio: é a garantida de que somente o titular do Certificado Digital poderia ter realizado determinada operação.
1.2) ICP-Brasil
A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) é uma cadeia hierárquica e de confiança que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação do cidadão quando transacionando no meio virtual. É um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos, a ser implementado pelas organizações governamentais e privadas brasileiras com o objetivo de garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras. A “Autoridade Certificadora-Raiz”, mantida pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, assina digitalmente os certificados das Autoridades Certificadoras de primeiro nível, que por sua vez assinam os de segundo nível. As Autoridades Certificadoras são responsáveis pelos certificados emitidos pelas Autoridades de Registro (unidades que fazem o serviço de balcão, ou seja, o atendimento direto ao cidadão).
1.3) Como adquirir um Certificado Digital
A entidade sindical interessada deverá escolher uma “Autoridade Certificadora” e se dirigir a uma “Autoridade de Registro” vinculada a essa Autoridade Certificadora para adquirir o seu Certificado Digital. A relação de Autoridades Certificadoras e suas respectivas Autoridades de Registro pode ser encontrada no sítio do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, no link abaixo: http://www.iti.gov.br/twiki/bin/view/Certificacao/CertificadoObterUsar Caso a entidade sindical queira adquirir tanto Certificado “E-CNPJ” quanto o “E-CPF” é recomendável que o faça com a mesma “Autoridade Certificadora”.
2) Certificado Digital no CNES
A Certificação Digital no Cadastro Nacional de Entidades Sindicais – CNES vem trazer maior segurança às entidades sindicais que diariamente acessam o sistema para realizar as suas solicitações. Seu uso no CNES é facultativo, podendo a entidade sindical realizar as suas operações pela forma tradicional, sem utilização da Certificação Digital. Contudo, uma vez acessado o CNES Novo pela primeira vez com Certificação Digital (elaborando uma “SC”, “SR” ou “SD”), os acessos subsequentes só poderão ser feitos com a utilização da Certificação Digital. O acesso ao CNES Novo para elaboração de “SC”, “SR” ou “SD” via Certificação Digital poderá ser feito com a utilização do “E-CNPJ” da entidade sindical. Já o acesso com a utilização do “E-CPF” do responsável legal pela entidade sindical cadastrado no CNES (desde que o seu mandato esteja vigente) permitirá a elaboração de “SD”.
3) Dúvidas na utilização da Certificação Digital
3.1) Quando a entidade sindical iniciar uma solicitação por certificação digital poderá transmitir essa solicitação sem o certificado? Não. Quando iniciar uma solicitação por certificação digital, a solicitação só poderá ser transmitida com o certificado digital.
3.2) A entidade sindical pode transmitir uma solicitação por certificação digital e depois desejar não utilizar a certificação digital em solicitações futuras?
Quando a solicitação transmitida for validada, a entidade sindical deverá utilizar sempre o certificado digital para envio de novas solicitações. Se a primeira solicitação transmitida por certificação digital for invalidada, a entidade sindical poderá optar novamente por utilizar a certificação digital ou não.
3.3) Qual a versão mínima do java para o sistema?
A versão do Java recomendada é 1.6.0.16 ou superior.
3.4) Como obter o Certificado?
O interessado na obtenção de um certificado digital e-CPF ou e-CNPJ deverá escolher uma das autoridades certificadoras, acessar diretamente a página da Autoridade Certificadora Habilitada, na Internet, para o preenchimento e envio da solicitação de certificado e-CPF ou e-CNPJ. 3.5) Como renovar o Certificado? O pedido de renovação de um certificado e-CPF ou e-CNPJ deverá ser feito dentro do seu período de validade e o usuário deverá solicitar, com assinatura eletrônica, na página da autoridade certificadora credenciada, na Internet, a renovação do certificado e-CPF ou e-CNPJ. 3.6) Como revogar o Certificado? Revogar um certificado digital implica torná-lo inválido, impossibilitando, a partir da revogação, o seu uso. Para revogar seu certificado digital, o usuário deverá acessar a página de revogação da Autoridade Certificadora Habilitada, emissora do Certificado Digital e preenchê-la com os dados solicitados.
IMPORTANTE:
1- O certificado utilizado pelo Departamento Financeiro da sua entidade será o mesmo utilizado para acesso ao CNES.
2- O uso do Certificado no CNES é facultativo, podendo a entidade sindical realizar as suas operações pela forma tradicional, sem utilização da Certificação Digital. Contudo, uma vez acessado o CNES Novo pela primeira vez com Certificação Digital (elaborando uma “SC”, “SR” ou “SD”), os acessos subsequentes só poderão ser feitos com a utilização da Certificação Digital, ou seja, a partir do momento que for realizado o primeiro acesso por meio do Certificado Digital, a entidade a partir daí terá que possuir o certificado digital para todos os outros acessos no CNES. Quando o certificado necessitar de renovação, realizar o quanto antes, se o certificado não for renovando será impossível o acesso do CNES. (caso tenha realizado o primeiro acesso).
3- O acesso ao CNES Novo para elaboração de “SC”, “SR” ou “SD” via Certificação Digital poderá ser feito com a utilização do “E-CNPJ” da entidade sindical. Já o acesso com a utilização do “E-CPF” do responsável legal pela entidade sindical cadastrado no CNES (desde que o seu mandato esteja vigente) permitirá a elaboração de “SD”. Esclarecemos que para facilitar a gestão das solicitações no sistema CNES, é recomendado que entidade possua o e- CNPJ, no qual, dará acesso a todos os campos no Sistema Nacional de Entidades Sindicais, além de utiliza-lo nas operações na rede bancária ou junto aa outros órgão estatais;
4- Caso a entidade sindical queira adquirir tanto Certificado “E-CNPJ” quanto o “E-CPF” é recomendável que o faça com a mesma “Autoridade Certificadora”.
Na surdina, Congresso pode dar um golpe nos trabalhadores
Para atender à determinação do Supremo Tribunal Federal, de que o veto de Dilma Rousseff à alteração das regras de distribuição de royalties do petróleo só possa ser analisado após a análise de outros 3 mil outras impugnações - o Congresso está desenterrando alguns esqueletos.
Alguns com cara bem feia.
Há parlamentares que, na surdina, estão se articulando para que um dos vetos presidenciais, em especial, seja derrubado: o que trata da chamada Emenda 3.
A emenda, que integrou o projeto que criou a Super Receita, propõe que auditores fiscais federais não possam apontar vínculos empregatícios entre empregados e patrões, mesmo quando forem encontradas irregularidades. Apenas a Justiça do Trabalho, de acordo com o texto, é que estaria autorizada a resolver esses casos.
Na prática, a nova legislação tiraria o poder da fiscalização do governo, o que dificultaria o combate ao tráfico de pessoas, ao trabalho escravo, ao trabalho infantil e a terceirizações ilegais que burlam direitos do trabalhador.Originalmente, a emenda foi proposta atendendo à solicitação de empresas de comunicação e de entretenimento que contratam funcionários por meio de pessoas jurídicas, conhecidas como “empresas de uma pessoa só”. O problema é o efeito colateral que isso pode criar para o restante da sociedade.
O Congresso Nacional aprovou a emenda, mas o então presidente Lula a vetou em março de 2007. Na época, trabalhadores foram às ruas para apoiar o veto – milhares de metalúrgicos fizeram passeatas na região do ABC, metroviários cruzaram os braços e bancários protestaram na capital paulista. Com as manifestações, a medida foi posta em compasso de espera, uma vez que assustaram deputados e senadores favoráveis à medida.
Agora, como parte da discussão sobre o pacote de vetos, reapareceram articulações, contando com a breve memória do brasileiro e com a dificuldade de analisar atentamente uma única matéria quando são milhares os vetos discutidos ao mesmo tempo.
Em um país onde milhões de pessoas são tratadas como ferramentas descartáveis, a fiscalização do trabalho desempenha um papel fundamental. Ela não é perfeita, mas sem esse aparato de vigilância as relações de trabalho seriam bem piores do que realmente são.
A desregulamentação não levaria necessariamente à auto-regulação pela sociedade, como profetizam alguns economistas, mas sim ao caos. Se, com regras minimamente vigiadas, você – trabalhador – já é maltratado, imagine sem.
De acordo com procuradores e juízes do Trabalho ouvidos, no campo, por exemplo, a aprovação dessa proposta ajuda muito fazendeiro picareta que monta uma empresa de fachada para o seu contratador de mão de obra empregar safristas. Dessa forma, ele se livra dos direitos trabalhistas, que também nunca serão pagos pelo “gato”, o contratador – boa parte das vezes tão pobre quanto os peões. E consegue concorrer aqui dentro e lá fora sem reduzir sua margem de lucro.
Nas cidades, isso facilitaria e muito a manutenção de oficinas de costura que contratam trabalhadores de forma precária ou os submetem a condições análogas às de escravo, muitos dos quais imigrantes latino-americanos pobres que vêm produzir para os cidadãos brasileiros. Oficinas que, não raro, surgem apenas para que a responsabilidade dos custos trabalhistas saiam das costas de oficinas maiores e de grandes magazines. Você não vê o escravo em sua roupa, mas ele está lá.
Além de beneficiar os empregadores que querem terceirizar seus empregados (ou legalizar os já terceirizados), a emenda 3 pode funcionar como ponta-de-lança para outras mudanças. Abre a porteira para regularizar de vez a situação das pessoas que ganham pouco, batam cartão e respondam a um chefe, mas que são obrigados a criar uma empresa para ganhar o salário e ficar sem os direitos trabalhistas. Se o bolo de dinheiro fosse distribuído de forma justa entre patrões, chefes e empregados em uma empresa, a defesa do veto da emenda 3 não seria tão necessária.
Mas não é o que acontece.
ROMBO DA PREVIDÊNCIA - Colocar a emenda 3 em vigor também pode aumentar ainda mais o rombo da previdência, pois ela tende a levar a uma diminuição no carregamento do INSS. Idem para o FGTS, cujo caixa financia a casa própria e banca o Programa de Aceleração do Crescimento. Isso abre a porteira a outros projetos draconianos destinados a resolver os problemas que seriam causados pela emenda 3, como reduzir os reajustes das aposentadorias a fim de economizar.
Projetos como a emenda 3 fazem parte de uma mesma política para diminuir o poder que o Estado tem de garantir que o empresariado tenha um patamar mínimo de bom senso. Com o aumento da competição, cresce também a precarização do trabalho e com ela o discurso da necessidade de desregulamentação, ou seja: pá de cal nos direitos adquiridos e vamos embora que o mundo é uma selva.
Durante as manifestações de apoio ao veto à emenda 3 em 2007, uma retórica se tornou constante em círculos empresariais e entre o pessoal da área de economia: de que era um absurdo trabalhadores fazerem greve que não fosse por emprego e salário, mas por política trabalhista.Em outras palavras, protestar por água e pasto, é horrível, mas vá lá. Já a luta para que o aumento da capacidade de competitividade das empresas não seja feito engolindo os trabalhadores é uma atitude deplorável. “Esse país não quer crescer”, diziam eles. Nesse ritmo, não me espantaria – num futuro não muito distante – ver anúncios estampados em página dupla nas revistas semanais de circulação nacional dizendo: “O Banco X pensa em seus empregados. Ele paga 13º salário. Isso sim é responsabilidade social”. E nossos filhos olharão para aquilo e, espantados, perguntarão: “pai, mãe, o que é emprego?” –
Compartilhado por Nabbonz Wende Guarani Kaiowa. http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/02/21/na-surdina-congresso-pode-dar-um-golpe-nos-trabalhadores/
Concurso seleciona estudantes brasileiros para curso de verão em Israel
O grupo Amigos do Instituto Weizmann no Brasil abriu inscrições a fim de selecionar cinco estudantes brasileiros para participar do International Summer Science Institute, do Instituto Weizmann de Ciências, em Rehovot, em Israel. O curso ocorrerá de 1º a 31 de julho e reunirá cerca de 70 estudantes que concluíram recentemente o ensino médio, provenientes de diversas partes do mundo.
Podem se inscrever no processo seletivo estudantes de todo o Brasil que estejam cursando o primeiro ano de graduação em qualquer área relacionada à ciência e tecnologia e dominem o inglês.
De acordo com os organizadores do curso, os estudantes selecionados terão a oportunidade de adquirir experiência direta em pesquisa de ponta, trabalhando em laboratórios nas áreas de bioquímica, biologia, química, matemática e ciência da computação, ao lado de cientistas experientes.
Além disso, participarão de seminários de pesquisa e apresentarão trabalhos em assuntos de seu interesse. Após três semanas de atuação nos laboratórios do instituto, o grupo de estudantes viajará para realizar uma pesquisa de campo, próximo ao Mar Morto, para estudos de biologia, geografia, história e arqueologia.
A fim de participar do processo seletivo, os interessados deverão escrever uma redação em inglês com o tema “My interest in the Institute Weizmann Summer School-Scientific Research and my Future Life" e preencher uma ficha de inscrição até o dia 18 de março no site www.amigosdoweizmann.org.br/issi.
A segunda fase do processo inclui entrevista pessoal com os candidatos selecionados, em São Paulo.
Com modernos laboratórios que abrigam mais de 2,5 mil pesquisadores, técnicos de laboratório e estudantes, o Instituto Weizmann figura entre as importantes instituições de pesquisa no mundo.
Entre seus cientistas estão a ganhadora do prêmio Nobel de Química em 2009, Ada Yonath, que esteve no Brasil no início de 2011 para participar da Escola São Paulo de Ciência Avançada – New developments in the field of synchrotron radiation, financiada pela FAPESP.
Mais informações: www.amigosdoweizmann.org.br
Frango: Brasil e União Europeia fecham acordo
De Brasília, informa o colega Edgar Lisboa que um novo regime de importação da União Europeia (UE) para algumas preparações e conservas de carne de frango do Brasil vai tornar possível uma maior rentabilidade para o exportador brasileiro. As importações estarão sujeitas a uma cota tarifária que chega a 158,2 mil toneladas anuais.
O acordo, que entra em vigor a partir do dia 1º de março, é resultado de um entendimento bilateral que modifica o regime de importação da UE que se iniciou em 2009 – e que se adapta às regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Em razão disso, o Brasil negociou o direito de cotas específicas, cuja administração será compartilhada pelos governos do Brasil e da União Européia. O novo regime deve compensar parcial ou totalmente a elevação das tarifas aplicadas às importações acima da quantidade estabelecida para a cota.
Circuito BB de Vôlei de Praia terá etapa em Balneário Camboriú (SC no final de 2013
A Confederação Brasileira de Vôlei confirmou o calendário 2013-2014 do Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia Open.
Balneário Camboriú (SC) irá sediar novamente a quinta etapa da competição que reúne grandes nomes do esporte. A data prevista para a realização dessa etapa é de 5 a 8 de dezembro.
Em 2011, a cidade recebeu cerca de 80 duplas da competição. Na categoria masculina os campeões foram Márcio e Ricardo, já o título feminino da etapa ficou com Ângela e Raquel.
Mais informações com o superintendente da FMEBC, Sandro Bernardoni, no telefone (47) 3360-0444 ou pelo e-mail sbernardoni@fmebc.sc.gov.br.
Pis/Pasep sobre folha de pagamento vence hoje

Recolhimento do PIS/PASEP sobre folha de pagamento de janeiro/2013 das Entidades sem Fins Lucrativos- código 8301 – vence hoje.25/02/2013.
A contribuição para o PIS/PASEP das entidades sem fins lucrativos será determinada na base de 1% (um por cento) sobre o total da folha de salários do mês, de acordo com as parcelas integrantes para base de cálculo.
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