23 de março de 2013

COMUNICADO IMPORTANTE:


A partir desta segunda-feira, dia 25 de março, este blog encerra suas atividades.

Evidente que vamos continuar com a informação exata e a orientação segura, numa homenagem aos nossos quase 84 MIL VISITANTES.

Acessem o seguinte endereço:

WWW.MUNDODOTRABALHOEPREVIDENCIARIO.BLOGSPOT. COM 

Nele, vamos nos encontrar todos os dias, com as principais informações de interesse do trabalhador, dos dirigentes sindicais, dos aposentados, pensionistas, dos profissionais liberais, do servidor público e das comunidades em geral.

Lá, uma coisa continuará sendo  imutável e regra incondicional: a defesa intransigente dos direitos dos assalariados brasileiros dos aposentados, pensionistas e, em especial, os dos bloco do Sul do País. 

Queremos nos juntar aos que trilham o sadio sindicalismo e manter acesa a luta por nenhum direito a menos. Não silenciaremos diante dos ataques à estrutura sindical e tentativas de acabar com a CLT, com a nítida intenção de instalar a anarquia na organização laboral.

É com esta roupagem que chega 
MUNDO DO TRABALHO E PREVIDENCIÁRIO , vivo, renovado e mais ágil e, como sempre, debaixo da plena vontade de DEUS.
Esperamos por você.
Um grande abraço e todos que aqui tiveram recebam os nossos mais sinceros agradecimentos.

OSCAR ANDRADES
Editor







Dilma prometeu dar fim ao fator previdenciário. Os outros presidenciáveis nem falam


Bem. Como tem coisas que só acontecem no Brasil, não existe outra alternativa e todos terão de conviver com a precoce corrida presidencial já visando as eleições de outubro de 2014. 
A presidente Dilma Rousseff, ancorada em números excepcionais de popularidade, de acordo com as pesquisas de opinião, botou o bloco na rua. 
Ela adotou uma postura mais popular e anunciou medidas que aliviam o bolso da classe média – caso da redução nos preços da tarifa de energia – e dos segmentos de menor renda (técnicos dizem que é apenas uma devolução daquilo que foi cobrado a mais em anos anteriores). 
Nesse caso, o exemplo maior foi a isenção de impostos para os produtos da cesta básica. 
Marina Silva, a candidata de desempenho surpreendente no pleito de 2010, promete repetir a dose agora em novo partido ainda em gestação:a Rede. 
Os tucanos também ensaiam campanha fora de época com o nome do senador Aécio Neves a tiracolo. Existem outras candidaturas em gestação, com ínfimas possibilidades de êxito e visibilidade. 
A exceção parece ser o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB. Mas ele ainda está cima do muro. 
Até mesmo o embrionário Partido dos Aposentados e Idosos(PAI ameaça entrar na disputa do próximo ano e até sondou o petista, senador Paulo Paim, para liderar a chapa. Ocorre que o PAI tem uma dura etapa burocrática para vencer: obter 500 mil assinaturas e o registro definitivo da Justiça Eleitoral ainda em 2013. Tarefa complicada e de gigantes. Pode não dar certo. Os segurados do INSS, contudo, não precisam esperar por um partido próprio para deslancharem sua principal bandeira: o fim do fator previdenciário e a adoção de uma legislação estabelecendo uma política salarial decente para a toda a categoria. 
Os aposentados com salário acima do mínimo, R$ 678,00, representam o segmento mais prejudicado e com perdas concretas no poder aquisitivo. Então, antecipando etapas, seria bom buscar compromissos e conhecer as posições de Marina Silva e Aécio Neves, apenas para citar dois exemplos, sobre a eterna novela do fator previdenciário e outras polêmicas menos evidentes. 
Afinal, o que pensam esses dois líderes políticos sobre o momentoso tema. Ninguém ouviu ainda, claramente, a posição deles sobre o fator previdenciário, achatamento salarial dos aposentados, limite de idade para o cidadão aposentar, dentre outros assuntos espinhosos. 
 O caso da presidente Dilma é interessante. Na campanha de 2010 ela acenou e até prometeu rever o fator previdenciário. Depois que assumiu o comando do governo, retraiu-se. Certamente influenciada pelos números de ciosos tecnocratas dos ministérios da Fazenda e da Previdência. Mas ela conhece bem a confusão. Se o fator cair, dizem, a Previdência quebra. 
Ao mesmo tempo, com a aplicação linear do fator previdenciário sobre as aposentadorias do INSS, o governo reduz as despesas do sistema. E até consegue economizar dinheiro, segundo os números oficiais disponíveis. Já que a campanha é extemporânea, vale buscar desde agora um compromisso para valer dos presidenciáveis sobre a questão. As dificuldades são imensas. Isso todos nós já estamos cansados de saber. Deputados e senadores não conseguem votar o projeto que introduz modelo 85/95, em substituição ao sistema em vigor. Entra ano e sai ano, a ladainha é a mesma. 
Mas nada acontece para desespero dos aposentados do INSS. E, ao lado disso, o veto do ex-presidente Lula ao projeto que acabava com o fator previdenciário não será derrubado pelos parlamentares. Infelizmente. (Carlos Max)