A taxa de juros das modalidades de crédito cobrada pelas financeiras e mais cara do que a cobrada pelos bancos. O consumidor pode pagar o dobro por um empréstimo em uma financeira do que as taxas cobradas por bancos múltiplos. Mesmo assim, é indispensável que o cliente pesquise em várias instituições financeiras antes de solicitar um empréstimo.
A discrepância dos valores é justificada pelo risco ao oferecer o crédito. Na financeira, o atendente irá pedir o RG e o CPF de quem solicitar o empréstimo. A instituição fará a análise de crédito e o cliente não precisará manter mais contato com a instituição, basta pagar o boleto mensal. Em contrapartida, elas não têm segurança de que a pessoa quitará a dívida. As financeiras não oferecem opções de conta e investimentos e, portanto, não têm o histórico do cliente, como os bancos. Por causa disso, eles têm a opção de oferecer taxas menores de juros.
Os consumidores buscam dinheiro em financeiras em duas oportunidade. Quando não têm mais crédito disponível no banco onde é correntista ou quando não é bancarizado. Pessoas de baixa renda, por exemplo, têm mais facilidade em conseguir crédito nas financeiras.
Por causa do risco, as financeiras consultam o histórico do cliente junto às empresas de análise de crédito, para saber se o mesmo tem nome restrito.
Atente-se, portanto, para as linhas de empréstimo mais baratas. Antes de aceitar qualquer empréstimo, com o objetivo de reestruturar sua vida financeira, pesquise e negocie com o gerente. O empréstimo mais indicado para você tomar é o Crédito Consignado, que tem uma taxa média de 2,2% ao mês. Muito melhor que os juros cobrados pelo cheque especial e cartão de crédito.
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