29 de janeiro de 2012

Governo gaúcho quer tapear professores .Cpers repele

A presidente do Cpers/Sindicato, Rejane de Oliveira, disse que a proposta do governo para 2012 é de aumento de apenas 6,8% já que, quando há incorporação do abono no básico, o valor dos rendimentos é recalculado, incluindo triênio e as vantagens do plano de carreira. O executivo gaúcho oferece 23,5% de reajuste a ser pago em três parcelas sobre o básico da categoria, que é de R$ 395 para 20 horas semanais. A primeira parte seria satisfeita em maio, com valor de 9,84%, a segunda de 6,08%, em novembro deste ano e, a última, de 6%, em fevereiro de 2013. A representante classista declarou, que o reajuste oferecido pelo governo é insignificante, pois exclui o abono de R$ 38 que se incorporará ao básico. Ela lembrou que a incorporação do abono sempre foi reivindicação do Cpers, mas agora essa vantagem desaparece. Sobre o calendário do piso, Rejane esclareceu que, como o piso nacional será reajustado a cada ano, será difícil apresentar uma estimativa em termos de calendário hoje. Ela ressaltou, no entanto, que o Cpers quer uma previsão de pagamento com base nos valores de hoje do salário básico dos professores e o piso nacional. Já o secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, disse que com essa proposta, o governo soma 36,98% de reajuste enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) chegará a 12% ou 13%. Para ele, a proposta é significativa porque ela trabalha um percentual muito maior do que os 6% que o governo passado deu em quatro anos de gestão.

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